Um estudo recente sobre marketing digital mostra que as marcas que conseguem provocar emoções não apenas conquistam corações, mas também dominam os algoritmos que decidem o que se torna visível nas plataformas online, avança a Merca20.
Embora os algoritmos funcionem com base em métricas objetivas, são as emoções que acionam essas métricas. Conteúdos que provocam riso, ternura, nostalgia ou indignação geram maior interação, que por sua vez alimenta os sistemas de recomendação. Dados da Nielsen, Kantar e Meta confirmam que campanhas emocionalmente poderosas aumentam significativamente a recordação, a taxa de conversão e o alcance orgânico.
O impacto é duplo: além de melhorar o desempenho em anúncios pagos, conteúdos emocionais reduzem custos por resultado e estimulam pesquisas e conversas sobre a marca, reforçando sua relevância perante os algoritmos. Um estudo da Adobe Analytics mostrou que peças com elevado envolvimento emocional podem reduzir até 22% o custo por resultado em campanhas de performance.
Plataformas como TikTok, Instagram e YouTube reforçam este efeito através do que alguns especialistas chamam de “storyranking”: a capacidade de um conteúdo ser promovido pelo algoritmo depende da retenção e do envolvimento emocional nos primeiros segundos de visualização. Esse ciclo cria uma vantagem competitiva para as marcas que dominam a comunicação emocional.
Com a ascensão da IA generativa, que avalia sentimentos coletivos e recomenda conteúdos, a emoção tornou-se também um indicador de reputação algorítmica. Marcas que conseguem gerar experiências positivas e conversas orgânicas não só ampliam o alcance nas redes sociais, como ganham visibilidade em assistentes virtuais, motores de recomendação e outros ambientes digitais dominados por IA.














