O marketing não falha por falta de boas ideias. Falha porque essas ideias são lançadas em ambientes que não as sabem receber. Em 2025, o maior diferencial competitivo das marcas bem-sucedidas não está nas ferramentas ou tecnologias que utilizam, mas sim na cultura que cultivam.
Quando há uma cultura que valoriza a criatividade, o alinhamento entre equipas e o equilíbrio entre resultados imediatos e crescimento de longo prazo, a eficácia de marketing dispara. Mas quando a cultura interna privilegia apenas metas de curto prazo, evita o risco ou isola o marketing das restantes áreas, até as melhores estratégias acabam por falhar silenciosamente.
A criatividade, por exemplo, pode gerar um retorno 4,7 vezes maior do que o conteúdo mediano, mas poucas marcas a tratam como um verdadeiro ativo estratégico. E campanhas conectadas entre canais representam já quase metade do impacto total de marca, um salto enorme face à última década.
Empresas como a Diageo, easyJet ou Unilever mostram como transformar cultura em vantagem competitiva: desde integrar dados e criatividade, até investir em plataformas que alinham propósito, performance e consistência de marca.
A receita para desbloquear o verdadeiro potencial do marketing? Criatividade com impacto, campanhas conectadas, decisões baseadas em dados e uma liderança que coloca a eficácia no centro da cultura.
Porque no final, o que move o marketing não é só o que se faz. É como a organização pensa, colabora e decide.














