José Santana: «Seja no papel seja onde for, o que importa é a qualidade»

Em 2015, José Santana e Sofia Lucas lançam-se em nome própria na gestão da GQ, através da editora LightHouse, criada de propósito para este projecto. Dois anos mais tarde, chega a Vogue para completar um portefólio dedicado à moda. Segundo o director José Santana, até a própria equipa se interroga por vezes sobre como foi possível dar nova vida a estas publicações.

Em entrevista à Marketeer, o responsável conta que a proposta para pegar na Vogue chega da própria Condé Nast, que se mostrou satisfeita com o trabalho desenvolvido até então com a GQ. Terminado o contrato com a Cofina, abre-se, então, uma nova oportunidade para esta revista no mercado português.

Sobre o investimento necessário para avançar com estes projectos, José Santana garante: «Nunca tivemos ninguém», afirma, sublinhando que não existe um silent partner. Quando a LightHouse foi criada, o dinheiro reunido pelos sócios dava para duas edições, recorda ainda José Santana: «Quando te lanças de pára-quedas não há tempo para pensar. Okay, temos para duas e o resto é o nosso trabalho.»

Em conversa com Maria João Vieira Pinto, José Santana deixa claro que «seja no papel seja onde for, o que importa é a qualidade». E é também esse o objectivo para a próxima publicação que a LightHouse pretende lançar, a The Wrong Magazine.

Acompanhe a entrevista na íntegra no vídeo em baixo:

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