Com o crescimento de motores de resposta baseados em inteligência artificial, como ChatGPT, Gemini e Perplexity, a forma como os consumidores encontram marcas está a mudar rapidamente. As empresas que querem manter-se visíveis neste novo ecossistema digital precisam de adotar estratégias de Generative Engine Optimization (GEO), que complementam o SEO tradicional.
O GEO consiste em criar conteúdos estruturados, fiáveis e verificáveis em todos os canais de uma marca, desde websites e redes sociais até menções conquistadas organicamente, escreve o warc. À medida que a descoberta de informações se desloca dos resultados de pesquisa tradicionais para respostas sintetizadas, é essencial que a informação disponível sobre a marca seja clara, consistente e credível, tanto para pessoas como para algoritmos de IA.
Ao contrário do SEO clássico, que muitas vezes se concentra em palavras-chave ou volume de conteúdos, o GEO foca-se na clareza, consistência e autoridade da informação, valorizando qualidade em vez de quantidade. Estratégias eficazes de GEO passam por criar conteúdos baseados em factos e bem estruturados, que reflitam os valores da marca, em vez de procurarem apenas visibilidade rápida.
As marcas devem monitorizar ativamente como são descritas nas plataformas de IA e corrigir informações incorretas, garantindo consistência em todos os canais, incluindo websites, blogs, redes sociais e podcasts. Desta forma, o GEO torna-se também uma ferramenta de gestão de reputação, reforçando a presença e relevância da marca num mundo cada vez mais orientado por respostas automatizadas.
O resultado é que as marcas que implementam estratégias sólidas de GEO podem reforçar a confiança do público e manter-se competitivas, enquanto as que não se adaptarem correm o risco de perder visibilidade e credibilidade.














