Analisar antes de redesenhar: Estúdio Ricardo Daniel apresenta método de diagnóstico de marca

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Marketeer
09/02/2026
19:00
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É perante um panorama em conta que muitas decisões de marca “continuam a ser tomadas por impulso visual ou pressão circunstancial” que o Estúdio Ricardo Daniel propõe um “desvio estratégico”, que passa por analisar antes de redesenhar, produzir ou lançar uma campanha.

Foi com base nesta premissa que o estúdio lançou o “770 Brand Scan”, um “diagnóstico estruturado que avalia sete dimensões essenciais da marca, entre identidade, discurso, posicionamento, coerência visual e presença digital, traduzindo essa leitura num mapa claro de prioridades”, refere-se em nota de imprensa.

“Há marcas que não precisam de mudar tudo. Precisam de perceber melhor o que já têm e onde estão as fragilidades invisíveis. O diagnóstico permite decidir com mais critério antes de investir”, diz Ricardo Daniel, fundador do estúdio, citado em comunicado.

Em termos de logótipo este método “avalia a coerência, legibilidade e capacidade do logótipo representar a marca de forma clara e distintiva em todos os contextos”, enquanto relativamente à denominação analisa a “força, memorabilidade e adequação do nome ao posicionamento, mercado e ambição futura da marca” para perceber se o nome potencia crescimento ou começa a ser um limite estratégico da marca.

A análise faz também uma verificação da relevância estratégica do slogan “enquanto síntese verbal da proposta de valor da marca” — sendo que um slogan fraco “pode criar ruído e diluir posicionamento” –, uma avaliação do grau de clareza e alinhamento entre a marca, o seu público-alvo e as suas reais necessidades, e uma análise da consistência visual da marca nos diferentes suportes e da sua capacidade de criar reconhecimento imediato.

O 770 faz ainda um diagnóstico da presença digital da marca, focado na coerência do discurso, impacto visual e adequação aos canais, assim como uma avaliação do site “enquanto ferramenta de credibilidade, comunicação e conversão, do ponto de vista visual e estratégico”, tendo em conta que o site “é muitas vezes o primeiro contacto e o primeiro ponto de perda de confiança”.

Este método surge assim como “resposta a uma realidade cada vez mais presente nas organizações”, que passa pela “necessidade de justificar investimento em branding com maior racionalidade e impacto mensurável”.

O 770 posiciona-se assim como “ferramenta intermédia entre a intuição e a execução, permitindo que equipas de gestão e marketing decidam com maior segurança se o próximo passo deverá ser produção, ajuste estratégico ou reestruturação mais profunda”, lê-se ainda em nota de imprensa.

“Num mercado onde o design tende a ser visto como forma, o 770 propõe método. E sugere que o branding do futuro poderá começar menos no desenho e mais na leitura”, refere ainda o Estúdio Ricardo Daniel.

“Antes de investir vários milhares de euros numa nova identidade ou campanha, começar por um diagnóstico estruturado que reduza risco e aumente critério na decisão. O valor associado ao método, 770 euros, reforça essa lógica de proporcionalidade entre análise e execução”, conclui-se.




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