O frango é uma das carnes mais populares no mundo, apreciado por sua adaptabilidade na cozinha e pelos benefícios nutricionais que oferece. No entanto, uma recente pesquisa conduzida na China e divulgada no Research Gate alerta que nem todas as partes do frango são igualmente saudáveis, e algumas podem até apresentar riscos à saúde.
Segundo o estudo, a pele do frango, muito valorizada pelo sabor e pela textura crocante, contém grande quantidade de gordura saturada e pode servir como reservatório de bactérias, mesmo após cozeduras prolongadas. O consumo frequente dessa parte do frango pode contribuir para o aumento do colesterol LDL e elevar o risco de problemas cardiovasculares.
Ainda mais inesperado é o alerta sobre os pulmões de frango, usados em algumas tradições culinárias. Os pesquisadores indicam que essas vísceras podem abrigar microrganismos e parasitas resistentes ao calor, representando perigo especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
As cabeças de frango, por sua vez, frequentemente utilizadas em caldos, podem concentrar resíduos de pesticidas e outros contaminantes ambientais. Esses elementos tendem a se acumular em tecidos gordurosos e nervosos, tornando seu consumo desaconselhado, sobretudo em dietas de crianças ou de pessoas vulneráveis.
Mas então, quais partes do frango são realmente seguras e nutritivas?
O estudo aponta três cortes como opções mais confiáveis:
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Peito: Baixo em gordura, rico em proteínas de alto valor biológico e fácil de preparar, é ideal para dietas equilibradas.
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Coxas: Apesar de conterem um pouco mais de gordura, são ótimas fontes de ferro e zinco.
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Fígado: Consumido com moderação e bem cozido, fornece vitamina A, ferro e ácido fólico em abundância.
Em suma, conhecer as diferentes partes do frango e os cuidados necessários no preparo ajuda a aproveitar os benefícios dessa carne sem colocar a saúde em risco.














