BMW 320d apresenta novos trunfos: do design à tecnologia

A 320d é um dos modelos fortes da BMW. No seu mais recente lançamento vem com novos atributos e nós fomos experimentá-los. Acredite, houve investimento real.

Texto de M.ª João Vieira Pinto

O segmento, o das carrinhas, já teve melhores dias em termos de vendas no mercado português. É um facto. Mas também é certo que tem clientes fiéis. Por isso, e se a concorrência não dorme e prepara novos trunfos, a BMW também não cruzou braços e apresentou a sua renovada 320d. Uma referência no segmento mas que chega com novos trunfos, em design, tecnologia e conforto.

Ainda não tinha a experimentado. Nem a versão actual nem as anteriores. Por isso, fui buscá-la para um fim-de-semana alargado de teste em modo “folha em branco”. Sem adjectivos ou experiências para comparar. O primeiro impacto é estético. E, aqui, há um verdadeiro salto face à anterior, com um design ainda mais apelativo. Tem estilo, impõe-se e apetece levar.

Depois, quando se passa ao interior, percebe-se que o trabalho foi total e transversal. Eu sou mais “fã” de conduzir carros altos. Não é o caso, nesta 320d. Mas, e ao contrário do que já senti em outros modelos da marca, não tive dificuldade na adaptação. Os bancos dianteiros são não só confortáveis como permitem uma boa posição de condução, pelo que foi fácil meter a primeira e fazer-me à estrada. Vamos lá, primeiro por Lisboa, depois em direcção ao litoral alentejano. As impressões iniciais são de conforto, espaço, bons materiais para revestimento e establidade. Ah, e suavidade, característica que nem sempre foi apanágio da marca.

Houve investimento em tecnologia – como o ar condicionado automático e climatização independente –, preocupação em conseguir pequenos espaços para arrumação – aliás, o porta-bagagens quase que duplica com fundo falso – e a questão segurança não foi deixada ao acaso. Além de pequenos “mimos” que sabem bem, como Hotspot Wi-Fi, informação de trânsito em tempo real ou a possibilidade de lhe irem lendo as notícias enquanto conduz na A2, rumo ao Sul. Ou, ainda, o já conhecido serviço de Concierge. Diga “Olá, BMW” e poderá, por exemplo, saber o estado do tempo sem ter de tocar em qualquer tecla. Nos tempos de hoje (de pandemia), este é um item a valorizar. Com três mulheres no habitáculo, houve espaço de sobra. Até porque atrás dá perfeitamente para três, se bem que o lugar do meio não é o mais confortável. E claro que malas de fim-de-semana também não se sobrepuseram.

Os quilómetros passaram sem dar conta. Fomos, passeámos e voltámos e, no final, ficou a certeza de que a BMW marca novos pontos neste modelo.

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