A Missão saudável do Continente

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A promoção de uma alimentação e estilos de vida saudáveis e a sensibilização para um consumo mais consciente, através da redução do desperdício alimentar e da promoção da economia circular, são os grandes objectivos da Missão Continente (antiga Missão Sorriso), a marca umbrella do Continente para a área da responsabilidade social corporativa.

E são vários os projectos e iniciativas que a retalhista da Sonae tem em curso para concretizar este objectivo. Desde 1994, o Continente tem vindo a fazer doações diárias de bens alimentares excedentes a instituições de solidariedade social e de apoio a animais (como a Cruz Vermelha Portuguesa, Refood, Banco Alimentar, Banco Solidário Animal, entre muitas outras) em todas as suas lojas.

E os números têm vindo a aumentar: só no ano passado, 872 instituições (mais 107 em relação a 2016) receberam doações no valor de 6,3 milhões de euros, desde produtos frescos, mercearia, artigos de padaria a outros bens alimentares. «Este ano, a Missão Continente tem registado apoio diário a mais de 900 instituições e já doou mais de 1,7 milhões de refeições », revela Nádia Reis, directora de Brand Engagement do Continente. «Com a abertura de novas lojas Continente, este número continuará a crescer», projecta, acrescentando que «privilegiamos instituições com carências no acesso a produtos alimentares, mas também projectos que apostem na vertente ambiental e no apoio à sociedade».

Nos últimos dois anos, o projecto Donativo Missão Continente também tem vindo a centrar-se neste tema. No ano passado, foram doados 330 mil euros a 22 projectos relacionados com o tema da alimentação, nas áreas da alimentação saudável, desperdício e inclusão social. Este ano, o projecto mantém os mesmos moldes, sendo que as candidaturas terminaram no final do mês de Novembro. «Para a altura do Natal, voltamos a apostar no Donativo Missão Continente, cujo valor angariado dos dois presentes solidários – uma caneca e uma caixa de bombons – contribuirá para apoiar projectos locais de âmbito social, precisamente na área da alimentação », adianta Nádia Reis.

Por uma economia circular Ainda no âmbito do combate ao desperdício alimentar, o Continente tem vindo a investir nalguns projectos internos de economia circular, através do desenvolvimento de produtos feitos a partir de excedentes alimentares, nomeadamente legumes e frutas. Uma iniciativa que começou com a criação de uma gama de chutneys e doces (Doce de Tomate, Doce de Abóbora e Noz, Doce de Tomate e Manjericão, Chutney de Pimenta e Chutney de Cebola), feitos com frutos e vegetais em boas condições para consumo, mas já sem valor comercial. Já este ano, a marca Continente lançou o Panana, pão feito com bananas muito maduras, que de outra forma acabariam no lixo.

«Globalmente, o combate ao desperdício alimentar é um tema central na actividade do Continente e com impactos directos na actuação da Missão Continente. Por um lado, trabalhamos diariamente para reduzir o desperdício em toda a cadeia de valor, e, por outro, estamos permanentemente focados em desenvolver iniciativas e campanhas de sensibilização de melhores práticas e hábitos junto da sociedade civil e dos nossos clientes e colaboradores. O desenvolvimento destes produtos de economia circular surgiu precisamente destes desígnios», explica Nádia Reis.

«Fomos pioneiros em Portugal na criação de um modelo de negócio mais sustentável, que teve desde logo um impacto social estimado em 10 milhões de euros. Os resultados são muito satisfatórios», acrescenta a directora de Brand Engagement do Continente, revelando que estão previstas vendas de 40 mil unidades do Panana neste primeiro ano. A promoção de uma alimentação e estilos de vida saudáveis e a sensibilização para um consumo mais consciente, através da redução do desperdício alimentar e da promoção da economia circular, são os grandes objectivos da Missão Continente (antiga Missão Sorriso), a marca umbrella do Continente para a área da responsabilidade social corporativa.

E são vários os projectos e iniciativas que a retalhista da Sonae tem em curso para concretizar este objectivo. Desde 1994, o Continente tem vindo a fazer doações diárias de bens alimentares excedentes a instituições de solidariedade social e de apoio a animais (como a Cruz Vermelha Portuguesa, Refood, Banco Alimentar, Banco Solidário Animal, entre muitas outras) em todas as suas lojas. E os números têm vindo a aumentar: só no ano passado, 872 instituições (mais 107 em relação a 2016) receberam doações no valor de 6,3 milhões de euros, desde produtos frescos, mercearia, artigos de padaria a outros bens alimentares. «Este ano, a Missão Continente tem registado apoio diário a mais de 900 instituições e já doou mais de 1,7 milhões de refeições », revela Nádia Reis, directora de Brand Engagement do Continente.

«Com a abertura de novas lojas Continente, este número continuará a crescer», projecta, acrescentando que «privilegiamos instituições com carências no acesso a produtos alimentares, mas também projectos que apostem na vertente ambiental e no apoio à sociedade». Nos últimos dois anos, o projecto Donativo Missão Continente também tem vindo a centrar-se neste tema. No ano passado, foram doados 330 mil euros a 22 projectos relacionados com o tema da alimentação, nas áreas da alimentação saudável, desperdício e inclusão social. Este ano, o projecto mantém os mesmos moldes, sendo que as candidaturas terminaram no final do mês de Novembro.

«Para a altura do Natal, voltamos a apostar no Donativo Missão Continente, cujo valor angariado dos dois presentes solidários – uma caneca e uma caixa de bombons – contribuirá para apoiar projectos locais de âmbito social, precisamente na área da alimentação », adianta Nádia Reis. Por uma economia circular Ainda no âmbito do combate ao desperdício alimentar, o Continente tem vindo a investir nalguns projectos internos de economia circular, através do desenvolvimento de produtos feitos a partir de excedentes alimentares, nomeadamente legumes e frutas. Uma iniciativa que começou com a criação de uma gama de chutneys e doces (Doce de Tomate, Doce de Abóbora e Noz, Doce de Tomate e Manjericão, Chutney de Pimenta e Chutney de Cebola), feitos com frutos e vegetais em boas condições para consumo, mas já sem valor comercial.

Já este ano, a marca Continente lançou o Panana, pão feito com bananas muito maduras, que de outra forma acabariam no lixo. «Globalmente, o combate ao desperdício alimentar é um tema central na actividade do Continente e com impactos directos na actuação da Missão Continente. Por um lado, trabalhamos diariamente para reduzir o desperdício em toda a cadeia de valor, e, por outro, estamos permanentemente focados em desenvolver iniciativas e campanhas de sensibilização de melhores práticas e hábitos junto da sociedade civil e dos nossos clientes e colaboradores.

O desenvolvimento destes produtos de economia circular surgiu precisamente destes desígnios», explica Nádia Reis. «Fomos pioneiros em Portugal na criação de um modelo de negócio mais sustentável, que teve desde logo um impacto social estimado em 10 milhões de euros. Os resultados são muito satisfatórios», acrescenta a directora de Brand Engagement do Continente, revelando que estão previstas vendas de 40 mil unidades do Panana neste primeiro ano.

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