A Bandida apresentou-se recentemente com novo nome e imagem, num novo capítulo da história da marca, e que pretende reforçar o seu compromisso com a inovação, a curiosidade e a ousadia. Deixando cair o Pomar, o nome simples – Bandida – resulta naturalmente da forma como a marca já é referida pelos consumidores. Mas a mudança vai mais além, já que o objectivo é vir a explorar caminhos diferentes. “Os consumidores da Bandida são curiosos por natureza, valorizam novidades e não têm receio de experimentar. Procuram bebidas doces, frutadas e diferentes e é precisamente para responder a essa atitude exploratória que a marca decidiu evoluir. Deixa de ser apenas uma sidra para passar a oferecer uma gama mais alargada de bebidas gaseificadas, com sabores variados, pensadas para quem gosta de variedade e viver novas experiências.”
Esta evolução exigia, por isso, uma nova identidade visual: mais expressiva, mais “saborosa”, com a fruta a ganhar maior destaque nas embalagens, através de ilustrações que aumentam a percepção de sabor. Também o logótipo foi redesenhado para dar maior protagonismo ao símbolo e ao nome da marca.
Uma última novidade: a Bandida está agora também disponível em latas de 33cl, em todos os sabores. «Estamos a escrever um novo capítulo na história da Bandida. Ouvimos os consumidores e percebemos que podíamos servi-los de uma forma mais próxima e relevante. Queremos que esta seja a marca em que pensam sempre que procuram uma bebida frutada, gaseificada e com variedade de sabores. Todas estas mudanças foram feitas a pensar no consumidor, nas suas preferências, nos seus momentos e naquilo que realmente valorizam», afirma Martim Manoel, responsável de marketing da marca Bandida, com quem a Marketeer esteve à conversa. Acompanhe!
A Bandida acaba de lançar um novo produto a olhar ao consumo de Verão. Faz de facto sentido? Bandida já não é, por si, uma bebida de tempo quente?
A Bandida ouve os consumidores e tem como objectivo ir ao encontro das suas necessidades, procurando fazê-lo de diferentes formas. É precisamente neste contexto que surge a Bandida de Verano, que visa satisfazer a uma procura crescente por bebidas refrescantes, saborosas, frutadas e com baixo teor de amargor.
Além disso, também nos apercebemos que a larga maioria de pessoas, tendo as suas bebidas favoritas, os locais onde habitualmente passa férias, os seus restaurantes ou pratos preferidos, reconhece que a vida ganha mais sabor e entusiasmo quando experimenta algo novo.
A Bandida deixou de ser apenas uma sidra para passar a oferecer uma gama mais alargada de bebidas, com sabores variados, pensada para quem gosta de variedade e de viver novas experiências.
Mas, apesar de não ser sazonal, em que medida é mais vendida nos meses de Verão?
O Verão é, sem dúvida, uma altura mais propícia ao consumo deste tipo de bebidas. O tempo mais quente, a época de férias, o turismo e os momentos de convívio influenciam essa sazonalidade
Ainda assim, de acordo com os dados da Nielsen de 2024, os meses de Junho, Julho e Agosto representam cerca de 31% das vendas de cerveja e 38% das de sidra, o que nos indica que, embora o Verão seja uma altura de forte consumo destas bebidas, não é a única.
Recentemente, também, avançou com um rebranding. Que significado e que objetivos para a marca?
Este rebranding é reflexo da evolução que a Bandida tem tido ao longo dos últimos anos e que agora se materializa com o lançamento de um novo produto, a Bandida de Verano. A raposa cresceu e saiu do Pomar, estando mais curiosa do que nunca e aberta a experimentar e descobrir coisas novas.
A Bandida quer explorar o que está além do óbvio, porque acredita que a vida ganha mais sabor quando se abre portas ao novo e convida os consumidores a fazerem o mesmo, indo além do que está no menu.
Trata-se de um novo capítulo na história de Bandida, reforçando o seu compromisso com a inovação, a curiosidade e a ousadia. Além disso, a larga maioria dos consumidores já se referia à marca pelo primeiro nome, pelo que Bandida decidiu adotar a alcunha que “a rua” lhe deu.
Em termos de objectivos, queremos convidar os consumidores a explorar o desconhecido, a perseguir o prazer de descobrir algo novo e a desafiar o status quo. A Bandida não é apenas uma bebida, mas sim uma experiência que convida a sair da zona de conforto e a abrir portas ao inesperado.
Há quanto tempo já estava pensado? O rebranding ajudará a uma maior diferenciação da marca?
A marca tem vindo a introduzir alterações a pouco e pouco quer em termos de imagem, quer em termos de posicionamento. Este processo tem feito parte de um olhar mais abrangente sobre o futuro. A Bandida compete com diferentes marcas e categorias, que vão muito além daquelas que são feitas da mesma maneira.
No fundo, a marca já se diferenciava e aquilo que procurámos fazer com a nova imagem foi tirar maior partido dos nossos activos, trabalhando o posicionamento da raposa, do nome e da fruta, que têm agora um papel de maior destaque. Desenvolvemos ainda um estilo de ilustração único que acreditamos que em breve será outro ativo que diferenciará a marca.
Qual o nível de notoriedade da marca no mercado português? E que crescimentos tem registado nos últimos anos?
A Bandida tem uma notoriedade superior a 90%. Contudo, apesar desta elevada notoriedade, consideramos que valeria a pena investir mais em comunicação e dar-nos realmente a conhecer enquanto marca.
Essa é uma das grandes mudanças em 2025. Estamos a reforçar o nosso investimento em comunicação, que este ano é quatro vezes superior ao investimento de 2024.
Acreditamos que a marca está preparada para evoluir e que esta estratégia irá levá-la a outro patamar em diferentes indicadores, nomeadamente no de notoriedade espontânea.
Sendo uma bebida mais procurada pelo target jovem, é vontade da marca lançar outros produtos que “pisquem o olho” a consumidores mais velhos?
A categoria sidra tem uma maior penetração na Geração Z. No entanto, temos assistido a um forte crescimento do consumo nas gerações Y & X. O nosso objectivo é continuar a servir as necessidades dos consumidores da forma melhor e mais única possível. Foi precisamente isto que procurámos fazer com o lançamento da Bandida de Verano, que, por natureza, terá um público menos centrado na geração Z e mais nas seguintes.
O novo posicionamento da marca abre novas portas, que iremos explorar.
Olhando a todas estas novidades, estão previstas várias acções de comunicação. Quais as que mais se destacarão?
A nova identidade e posicionamento da Bandida será reflectida em todas as comunicações, desde campanhas publicitárias até experiências de consumo, com o objectivo de criar uma ligação emocional mais forte com os consumidores. Tudo isto sob o mote “E se?”.
O filme da nova campanha de posicionamento de Bandida marca a estreia da marca nos canais generalistas, com presença na SIC, TVI e RTP, além dos principais canais de cabo e dos já habituais canais Star.
A nível exterior, a marca estará presente em formatos tradicionais e digitais de grande impacto.
Pelo investimento que implica, a campanha de comunicação em televisão e exterior ganham relevo. Estou particularmente satisfeito com a qualidade e criatividade dos conteúdos que teremos na nossa página de Instagram. Também na página de Instagram, Bandida criou um canal chamado “Drop Spots”, onde os consumidores mais curiosos poderão ganhar diferentes experiências. A isto, somam-se ações no Spotify, onde vamos lançar o Brand Profile da marca com playlists criadas pelas apresentadoras do “Mesa é Redonda” e outras novidades, que vão desde as praias a alguns dos festivais de Verão nos quais a marca está presente.
E depois do Verão, até onde quer chegar Bandida em termos de vendas e conquista de mercado?
A Bandida não divulga dados de vendas, mas a marca tem registado crescimentos acentuados e consistentes desde que foi introduzida no mercado português e tem, de ano para ano, consolidado a sua posição dentro da categoria de sidras. A marca tem sabido acompanhar o crescimento da categoria e inclusivamente ganhar o seu espaço. Estamos muito satisfeitos com a evolução da marca e, agora, entusiasmados por “sair do pomar” e convidar os consumidores a explorar o desconhecido, a perseguir o prazer de descobrir algo novo e desafiar o status quo.
A Bandida não é apenas uma bebida, é uma experiência que convida a sair da zona de conforto e a abrir portas ao inesperado e é isso que queremos continuar a proporcionar aos consumidores.














