Em 2026, a semaglutida, princípio ativo de Ozempic e Wegovy, vai perder a patente em vários países, incluindo Índia, China, Canadá, Brasil e Turquia, abrindo caminho a versões genéricas que prometem derrubar preços e aumentar o acesso ao medicamento contra a obesidade.
Atualmente, a semaglutida é o segundo medicamento mais vendido do mundo, com 26 mil milhões de dólares em receitas em 2024. Com o fim da exclusividade, os genéricos podem reduzir o custo mensal para 15 dólares em alguns mercados, enquanto a Índia e a China surgem como epicentros da produção, com várias farmacêuticas a preparar versões genéricas, incluindo formulas orais.
Além de tornar o tratamento mais acessível, a chegada dos genéricos poderá alterar a forma como os pacientes usam a semaglutida, servindo como terapia de manutenção ou tratamento inicial antes de opções mais caras, como a tirzepatida.
A Novo Nordisk e a Eli Lilly já se adaptam: a primeira reduziu preços e lançou versões próprias a menor custo, enquanto a segunda aposta em novas formulações orais para manter competitividade.














