Quando mudar o logo sai pela culatra: os maiores fracassos de rebranding

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24/01/2026
15:00
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Alterar a identidade visual de uma marca ou reposicionar o seu discurso é sempre um desafio e envolve riscos consideráveis. Nos últimos anos, várias marcas globais enfrentaram rejeição imediata do público, críticas do mercado e, em alguns casos, recuos rápidos, relembra o blog da publicidade.

GAP: o logótipo que durou menos de uma semana

Em 2010, a GAP tentou modernizar a sua imagem com um novo logótipo, substituindo a tipografia clássica por um design genérico acompanhado de um pequeno quadrado azul. A reação foi imediata: consumidores e designers criticaram a mudança por falta de personalidade e rutura com a história visual da marca. Menos de uma semana depois, a empresa voltou atrás e restaurou o logótipo original.

Pepsi: design abstrato sem história

O rebranding da Pepsi em 2008 procurou renovar o visual da marca, mas sem comunicar de forma clara a razão da mudança. O novo logótipo, mais abstrato, foi alvo de críticas por parecer apenas uma variação ligeira da versão anterior, sem transmitir um novo significado percetível.

Twitter transforma-se em X: a força da memória de marca

Em 2023, o Twitter passou a chamar-se X, alterando o nome, o logótipo e a identidade visual. A mudança visava reposicionar a plataforma como um ecossistema mais amplo, mas encontrou resistência imediata. O icónico pássaro azul, reconhecido mundialmente, foi eliminado, provocando confusão e críticas.

Jaguar: futuro elétrico versus legado clássico

O rebranding da Jaguar, em 2024, acompanhou a transição da marca para veículos totalmente elétricos. O novo design, ultraminimalista, afastou-se dos elementos clássicos do luxo britânico. A receção foi polarizada: alguns elogiaram a ousadia, outros criticaram a perda de sofisticação e herança histórica.

Facebook para Meta: confusão em vez de clareza

Em 2021, o Facebook anunciou a mudança do nome corporativo para Meta, refletindo o foco no desenvolvimento do metaverso. Apesar de não se tratar de um rebranding visual tradicional, a alteração gerou críticas e confusão. Muitos consumidores associaram a mudança mais a uma tentativa de desviar atenções das questões de privacidade do que a uma evolução clara da marca.

 




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