Google reforça política de controlo parental e exige consentimento dos pais

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Marketeer com Lusa
14/01/2026
12:17
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14/01/2026
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Google reforça política de controlo parental e exige consentimento dos pais

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A Google atualizou a sua política de controlo parental para que os pais tenham de dar o seu consentimento antes que um menor possa desativar a supervisão parental gerida pelo ‘Family Link’ na sua conta Google.

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O ‘Family Link’ é uma aplicação de controlo parental que permite aos pais e tutores supervisionar e gerir a atividade dos menores nos seus telemóveis e ‘tablets’, permitindo estabelecer limites de tempo de ecrã, aprovar ou bloquear aplicações e ‘downloads’, ver a localização ou filtrar conteúdos, além de administrar a conta Google do menor.

Esta ferramenta de controlo parental está disponível por predefinição para todas as contas de menores de 13 anos.

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No entanto, quando atingem esta idade, as crianças com contas geridas com a aplicação podem optar por manter a supervisão parental para maiores de 13 anos ou encarregar-se de gerir elas próprias a sua conta Google.

Atualmente, esta é uma decisão tomada unilateralmente pelas crianças, conforme detalhado pela Google no seu ‘site’, pois são os menores que decidem quando atualizar a sua conta para interromper a supervisão.

Contudo, a Google está a atualizar a sua política de controlo parental para que a decisão tenha de ser explicitamente aprovada pelos pais.

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A partir de agora, qualquer menor deverá obter a aprovação do seu pai ou tutor responsável antes de poder desativar a supervisão, para que seja um adulto a decidir qual é a melhor opção para a segurança do menor.

Numa publicação, a diretora de privacidade, segurança e proteção global da Google, Kate Charlet, garante que estas mudanças asseguram que “as proteções permaneçam em vigor até que tanto os pais quanto os adolescentes se sintam preparados para o próximo passo”.

Esta alteração começará a ser aplicada a nível global durante esta semana, para oferecer experiências adaptadas a cada idade e melhorar os controlos parentais.

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A nova medida tem sido precedida por reclamações por parte de pais e defensores dos diretos das crianças, pois quando um menor completa 13 anos, a empresa envia um e-mail no qual detalha que, se atualizarem a sua conta removendo a supervisão, poderão aceder a mais aplicações e serviços, bem como configurá-la ao seu gosto.

Contudo, neste ‘e-mail’ a Google não especifica que os menores devem assumir toda a responsabilidade pela sua conta, uma vez que quando o menor gere a sua conta, os pais deixam de poder configurar funções de supervisão.

PYR // CSJ

Lusa




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