A Vodafone Portugal vai regressar ao Primavera Sound Porto como patrocinadora oficial e parceira tecnológica do festival, reforçando “a aposta na ligação entre música, tecnologia e experiência de público num dos maiores eventos musicais realizados no país“.
A operadora assegura o reforço da rede móvel no recinto, com destaque para a tecnologia 5G, bem como a melhoria da infraestrutura fixa, de forma a garantir maior capacidade, estabilidade e velocidade de acesso para os milhares de festivaleiros. O objetivo passa “por responder às atuais exigências de consumo digital em contexto de eventos ao vivo, onde a partilha de conteúdos em tempo real é uma componente central da experiência“, refere a Vodafone em comunicado.
A Vodafone disponibiliza ainda pontos de carregamento distribuídos pelo recinto, permitindo aos participantes manter os dispositivos operacionais ao longo de todo o festival.
No âmbito da sua presença no evento, a marca volta a dar nome a um dos palcos do Primavera Sound Porto, que integra a programação com artistas nacionais e internacionais, entre os quais IDLES, Viagra Boys, Bad Gyal, Mike D, Panda Bear, Buscabulla, Inês Marques Lucas e Triângulo de Amor Bizarro.
A ativação de marca inclui também a presença da denominada “guitarra Vodafone”, que se mantém como ponto de encontro no recinto e elemento associado à criação de conteúdos digitais por parte do público.
Este ano, a Vodafone introduz ainda uma nova ação no recinto com a distribuição de pipocas, numa iniciativa orientada para a criação de momentos de interação com os festivaleiros.
Em paralelo, regressa a “Roda Happy Days”, dinâmica que permite a participação de visitantes com ganhos imediatos, independentemente de serem clientes da marca. Entre os prémios estão equipamentos tecnológicos, como smartphones e auriculares Google Pixel, e merchandising da Vodafone, incluindo peças de vestuário e acessórios.
De acordo com a empresa, “esta presença reforçada no festival pretende consolidar o posicionamento da Vodafone enquanto marca associada à música, à inovação tecnológica e à criação de experiências no terreno, num contexto em que a conectividade assume um papel cada vez mais central na vivência dos grandes eventos culturais“.












