Vídeo: (re)Veja a intervenção de Carlos Paulo, Managing Director da Endless

FórunsFórum Retail Media 2026
Marketeer
16/03/2026
11:44
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16/03/2026
11:44
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No dia 10 de março, o Montes Claros – Lisbon Secret Spot, em Lisboa, foi palco de mais um Fórum Marketeer, que teve como tema central “Retail Media – A nova fronteira do Branding”. O evento, organizado pela Marketeer, reuniu profissionais e especialistas da área e destacou como o Retail Media deixou de ser apenas uma tática de conversão e se tornou central na construção de marcas na era digital. Com o fim dos cookies de terceiros e o crescimento do first-party data, o fórum explorou estratégias que permitem aos marketeers manter relevância e maximizar o ROI.

A iniciativa contou com a presença de 247 convidados no local e alcançou uma audiência de 26.314 pessoas via streaming, refletindo o elevado interesse por este tema emergente.

O Retail Media está a deixar de ser apenas uma ferramenta de performance para se afirmar como uma base estrutural da construção de marca no ecossistema digital. A ideia foi defendida por Carlos Paulo, managing director da Endless, na sessão de encerramento do “Fórum Retail Media – A Nova Fronteira do Branding”, organizado pela Marketeer, onde traçou a evolução do setor e destacou o seu papel cada vez mais importante na redefinição das estratégias de branding.

“Pode parecer um contrassenso, mas para percebermos para onde vamos é fundamental olhar para trás”, começou por afirmar, enquadrando depois que antes de existir como conceito formal, o Retail Media já estava presente nas lojas físicas. A visibilidade de produtos em prateleira, folhetos promocionais e materiais de ponto de venda sempre foram, assim, formas de media controladas pelos retalhistas para influenciar decisões de compra.

O verdadeiro ponto de viragem surgiu, em 2012, com o lançamento do braço publicitário da Amazon – que transportou essa lógica para o ambiente digital e inaugurou o Retail Media moderno – onde a inovação não estava apenas no tráfego massivo da plataforma, mas na sua capacidade de mostrar anúncios aos utilizadores tendo por base a sua intenção de compra. Isto resultou numa mudança estrutural, com o retalho a passar a ser encarado simultaneamente como canal de vendas e meio publicitário.

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