Vaping nas férias: destinos populares onde um cigarro eletrónico pode custar caro e até levar à prisão

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01/03/2026
14:30
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vaping cigarros electrónicos

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À medida que cresce o número de pessoas que viajam para os mais variados destinados, uma preocupação começa a ganhar destaque entre turistas: a legalidade em relação ao vaping — uso de cigarros eletrónicos — que em alguns pontos do globo pode levar a multas substanciais e até a pena de prisão.

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Enquanto países ocidentais continuam a debater as vantagens e riscos dos cigarros eletrónicos, algumas nações adotaram posturas mais rígidas, equiparando — ou mesmo ultrapassando — o rigor aplicado aos produtos tradicionais de tabaco.

Desde 2019 que a Índia, por exemplo, proibiu todos os dispositivos e produtos ligados ao vaping, incluindo a sua venda, importação e publicidade. A legislação aplicável tornou ilegal a posse de dispositivos como vaporizadores descartáveis ou recarregáveis, sendo que quem for detido a utilizar, armazenar ou transportar um cigarro eletrónico pode enfrentar até um ano de prisão, uma multa ou ambos.

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Nos Emirados Árabes Unidos, o vaping é permitido apenas sob regras rígidas, sendo que os consumidores devem ter pelo menos 18 anos e usar dispositivos apenas em zonas autorizadas. O não cumprimento das normas locais pode resultar em pena de prisão mínima de um ano e multas que variam entre aproximadamente 20.000 e 200.000 libras.

A Tailândia também proibiu qualquer forma de cigarro eletrónico em 2014, como parte de um esforço de proteção dos consumidores, com a lei a abranger tanto a posse como o uso de dispositivos, sendo que quem não respeitar as regras pode enfrentar até 10 anos de prisão e multas consideráveis.

Em Hong Kong, a importação, produção e venda de vaporizadores também já é ilegal, sendo que a partir de 30 de abril de 2026 a posse pública também será proibida e sujeita a multas pesadas.

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Já no Japão, a utilização fora das zonas designadas pode levar a multas ou outras penalizações, enquanto que Singapura mantém uma das posições mais duras do mundo, sendo ilegal importar, vender, possuir ou utilizar qualquer dispositivo de vaping no território. As penalizações começam com multas a partir de algumas centenas de euros, podendo escalar rapidamente conforme a idade e a reincidência.

As restrições variam de país para país, mas as consequências podem não ser apenas económicas, com os turistas desinformados a arriscarem confrontos com a justiça local, taxas elevadas e até tempo na prisão.




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