Uber Eats Direct permitirá que parceiros usem a frota Uber para entregar pedidos dos seus canais

Foi do dia 28 de Novembro de 2017 que a Uber Eats fez a sua primeira entrega no centro de Lisboa, tornando-se numa das primeiras plataformas de food delivery em Portugal (na altura, com uma rede de apenas 90 parceiros como a McDonald’s, o Grupo Non Basta, o Grupo Olivier e o Aruki).

De lá para cá quase tudo mudou. «Cinco anos depois, estamos presentes em mais de 100 cidades portuguesas, cobrimos cerca de 80% da população e temos a melhor selecção de restaurantes e de comerciantes. Temos cerca de 12 mil parceiros na nossa plataforma. Oferecemos o melhor serviço de delivery em Portugal.» As palavras são de Diogo Aires Conceição, director-geral do serviço Uber Eats em Portugal, que na festa do quinto aniversário (que reuniu imprensa, parceiros e influenciadores) fez um balanço da primeira meia década de actividade e deu a conhecer quais são as prioridades da marca para os próximos anos.

«No início do nosso percurso focámo-nos maioritariamente em três aspectos: ser a melhor plataforma de delivery em Portugal; expandir geograficamente o mais rápido possível para chegarmos a mais pessoas e mais parceiros; e ter e fomentar a melhor relação que pudéssemos com os nossos parceiros», recorda. Ao longo destes anos (e com a pandemia), a Uber Eats evoluiu de uma plataforma de food delivery para agora ser uma plataforma que permite ao utilizadores pedirem o que quiserem. Hoje, além da entrega de refeições, a aplicação proporciona compras de supermercados Continente, Minipreço, Bairro Shop, El Corte Inglés e Go Natural, de artigos culturais e entretenimento da note!, de electrónica da Worten, de artigos de bem-estar, beleza e saúde da Well’s e d’O Boticário, em exclusividade, e lojas de conveniência Galp, entre outros. «Neste momento o leque de produtos é gigante. E isto é só o começo porque inovação é aquilo que distingue a Uber do resto das empresas do sector. E Portugal tem sido um País prioritário para a Uber. Foi aqui que lançámos alguns dos produtos mais inovadores como o Uber Green (lançado em 2016) até os serviços de médico ao domícilio na Uber Eats, mais recentemente», salienta o director-geral, sublinhando que tem havido um esforço grande em trazer coisas novas e interessantes para os utilizadores.

Aliás, recorde-se que há um ano foi inaugurado, em Lisboa, o Centro de Excelência da Uber em território português que representou um investimento (nos últimos dois anos) de mais de 90 milhões de euros e já gerou mais de 500 empregos directos. A sede de operações da Uber constitui a principal fonte de conhecimento sobre utilizadores, motoristas e parceiros de entrega e de desenvolvimento de produto, suportando 10 países europeus (+1 relativamente a 2021).

Adicionalmente, neste Verão, o Uber Eats voltou a inovar com a criação de mais de 50 pontos de recolha virtuais nas praias portuguesas de Norte a Sul e Ilhas do País, permitindo optimizar o encontro com o estafeta e agilizar a entrega de refeições e produtos balneares. A inovação marcou igualmente a estreia de um formato pop-up nas zonas das praias de Caminha, Vila Praia de Âncora e Moledo.

Também no Rock in Rio Lisboa, o Uber Eats estreou o Uber Venues, um serviço global inovador para festivais que facilitou a pesquisa por todas as opções de refeições e menus disponíveis em cada área do festival, evitando filas ao levantar os pedidos nos restaurantes após notificação e sem taxas adicionais, além de simplificar os pagamentos.

Já na semana passada, a Uber anunciou uma parceria com a SIBS naquilo que Diogo Conceição Aires descreve como «uma das parcerias mais importantes para a marca em Portugal». E salienta: «A Uber em Portugal foi a primeira plataforma a permitir aos utilizadores a realização dos seus pagamentos com MBWay, de uma forma segura e confiante.»

Mas, o profissional garante que «isto é só o princípio» e que vão «continuar a trazer mais inovação para Portugal». E revela: «Outro produto que vamos lançar, brevemente, é a integração de pedidos de loja na aplicação Uber Eats.»

Durante o evento de comemoração do aniversário, Diogo Conceição Aires admitiu que para si tudo isso é incrível e que está muito orgulhoso. Mas, confidenciou, o que o deixa mais empolgado é o futuro e o que ainda está para vir. E deixou claro quais são as quatro prioridades da Uber Eats para o futuro: continuar a crescer e a consolidar – «na categoria de delivery ainda há um potencial gigante»; aumentar a gama e ter na plataforma qualquer item imaginável; continuar a investir na fidelização dos utilizadores; e ser o parceiro de eleição end-to-end em qualquer coisa de delivery que os parceiros (restaurantes ou comerciantes) precisem. E revelou: «Uma das coisas que vamos fazer é, para o ano, lançar o nosso produto Direct que é, basicamente, o nosso label de marca própria, um serviço que permite aos nossos parceiros utilizarem a nossa rede de frota para entregarem os pedidos que geram nos seus próprios canais.» E acredita que há, ainda, muita coisa para fazerem no futuro e para que a Uber Eats continue a ser «a melhor plataforma de delivery».

O director-geral deixou ainda um alerta para aqueles que deixam as suas compras de Natal para a última hora: «Lembrem-se que este ano já podem fazer as compras de Natal na Uber Eats e, para além disso, podem oferecer cartões de oferta àquelas pessoas que gostam muito de Uber Eats.»

Curiosidades sobre a experiência do Uber Eats:

●       A encomenda mais cara foi de 979 euros;

●       O maior pedido tinha 181 itens;

●       O dia com mais pedidos foi a 14 de Fevereiro de 2021;

●       Os itens mais pedidos são água, frutas e legumes;

●       A categoria de refeições mais pedida é a de sushi e japonês.

Texto de Maria João Lima

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