As plataformas Tinder e Zoom estão a testar novos sistemas de autenticação biométrica baseados na leitura da íris, numa iniciativa que visa reforçar a verificação de identidade e combater perfis falsos e contas automatizadas.
De acordo com informação avançada pelo site Merca20, a tecnologia insere-se numa tendência crescente de utilização de soluções biométricas como forma de garantir a autenticidade dos utilizadores em ambientes digitais cada vez mais expostos a bots e conteúdos gerados por inteligência artificial.
O sistema em teste utiliza a leitura da íris — padrão único em cada indivíduo — para confirmar que o utilizador é uma pessoa real. Após a validação, é atribuída uma identificação digital associada ao dispositivo, permitindo reforçar a autenticidade do perfil em futuras interações.
No caso do Tinder, a solução pretende reduzir a presença de perfis falsos nas aplicações de encontros. Já no Zoom, o foco está na mitigação de riscos associados a deepfakes e identidades digitais fraudulentas em reuniões online.
A Merca20 sublinha que a aposta nesta tecnologia surge num contexto de crescimento significativo de contas automatizadas e conteúdos gerados por inteligência artificial, que dificultam a distinção entre utilizadores reais e perfis artificiais.












