Tecnológicas querem impedir revolta das máquinas

Tesla, PayPal, LinkedIn, YCombinator e Infosys são algumas das tecnológicas que estão associadas à nova organização dedicada à investigação na área da inteligência artificial, ainda que não directamente. Os seus fundadores fazem parte da lista de contribuidores da OpenAI que já conseguiu angariar mil milhões de dólares (cerca de 909 milhões de euros) só através destes investidores.

No texto de apresentação da OpenAI, a organização explica que o objectivo é desenvolver a inteligência digital de uma forma que beneficie a humanidade como um todo, sem restrições associadas à geração de retorno financeiro. «Acreditamos que a Inteligência Artificial deve ser uma extensão das vontades individuais dos humanos e, no espírito da liberdade, o mais bem distribuída possível.»

Embora, não seja dito em nenhuma parte do texto que a intenção da OpenAI é garantir que as máquinas não se rebelem contra os humanos, a verdade é que alguns dos seus apoiantes já mostraram preocupações semelhantes. Elon Musk, fundador da Tesla, por exemplo, é conhecido pelos seus comentário relativamente ao poder excessivo que os robôs poderão ter e até já doou 10 milhões de dólares (perto de nove milhões de euros) para investigação na área, ainda antes da OpenAI existir.

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