Shein reporta dois casos de trabalho infantil entre os seus fornecedores em 2024

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27/02/2025
16:20
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Shein reporta dois casos de trabalho infantil entre os seus fornecedores em 2024

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A retalhista chinesa Shein identificou – e reportou – dois casos de trabalho infantil entre os seus fornecedores em 2024, o mesmo número que relatou em 2023 depois de ter aumentado as auditorias aos seus fabricantes terceirizados, maioritariamente baseados na China.

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A informação foi avançada pela empresa numa carta, assinada por Yinan Zhu, conselheiro-geral da Shein para Europa, Oriente Médio e África, que foi enviada aos legisladores britânicos, no dia 7 de fevereiro, no âmbito de questões enviadas pelo Parlamento Britânico

A Shein tem sido alvo de alegações sobre abusos laborais na sua cadeia de fornecimento, sendo o trabalho infantil uma das principais preocupações. Em janeiro, Zhu foi interrogado presencialmente pelo Comité de Negócios e Comércio do Parlamento Britânico.

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Em resposta, Zhu detalha agora que um dos casos envolvia uma criança de 11 anos e 8 meses. Segundo a auditoria, a criança passou parte das férias de verão numa fábrica onde seu pai era gerente e onde a sua mãe trabalhava, auxiliando em algumas tarefas. O segundo caso envolveu um jovem de 15 anos e 3 meses.

A Shein realizou aproximadamente 4.300 auditorias em 2024, abrangendo cerca de 317 mil trabalhadores, um aumento em relação às 4 mil auditorias realizadas em 2023, que cobriram 285 mil funcionários.

“Adotamos uma abordagem de tolerância zero ao trabalho infantil”, frisou Zhu acrescentando que a retalhista continuaria a trabalhar “para garantir que esses casos isolados sejam completamente eliminados”.

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