SBSR: Caixa aposta em Hostel e Área VIP

foto 1_2Arrancou ontem, com a recepção aos campistas, a 19ª edição do Festival Super Bock Super Rock (SBSR) que se realiza na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco, em Sesimbra, até sábado, dia 20 de Julho.

E a Caixa Geral de Depósitos, uma das marcas patrocinadoras do evento, não quis deixar passar despercebido o seu apoio que envolve uma equipa de 50 pessoas. São três as presenças da marca na área do SBSR: um espaço VIP de frente para o palco Super Bock, um hostel com spa na área de campismo e caixas multibanco no espaço dedicado aos concertos e no campismo.

A activação da marca vai decorrer essencialmente junto à zona VIP. Há uma área de passatempos em que os mais rápidos a saltar de um trampolim para uma piscina de bolas e a recolher as bolas premiadas ganham estadias no Hostel & SPA Caixa IU. Dando sequência à acção do ano passado, mas com o upgrade de vertente SPA com oferta de massagens aos premiados, o Hostel & SPA Caixa IU tem capacidade para oito pessoas/noite (4 quartos para 2 pessoas cada). Estes quartos tem ar condicionado, WC, chuveiros com água quente, piscina, massagens, pequeno-almoço e lanche. «Uma estadia de luxo nos Festivais», garante Francisco Viana, director de Comunicação e Marca da Caixa, num espaço que aumentou 70 metros quadrados em relação à área de 2012.

Já a área VIP Caixa IU (para convidados CGD, para os clientes que efectuaram os maiores depósitos na campanha Caixapoupança Superior Festivais de Verão, para vencedores de passatempo GeoCaixa e das noites no Hostel & SPA Caixa IU) tem capacidade para 60 pessoas em simultâneo, vista para o palco, serviço de catering e WC exclusivos. Tudo numa área de implantação de 150 metros quadrados.

De 1 de Maio a 30 de Junho decorreu a campanha Caixapoupança Superior Festivais de Verão que premiou as aberturas e reforços de conta com passes para o Super Bock Super Rock e para o Meo Sudoeste. No âmbito da campanha foram oferecidos no total 400 passes para os Festivais Super Bock Super Rock e Meo Sudoeste. «Foram efetuados cerca de 3.500 aberturas/reforços na conta em campanha o que permitiu triplicar o saldo global desta conta em apenas dois meses», diz em jeito de balanço Francisco Viana.

Para activar a marca no evento a CGD terá ainda uma acção a que deu o nome de GeoCaixa. Trata-se de uma acção baseada no jogo geocaching, jogado por pessoas de todo o mundo. O GeoCaixa vai decorrer no Facebook com ligação no terreno dos festivais. Na página Caixa IU serão lançadas pistas que permitam aos fãs encontrar caixas escondidas por todo o recinto. Quem encontra as caixas ganha o prémio inscrito em cada uma delas: acessos à área VIP Caixa IU, óculos, mp4, colunas ou auscultadores.

Todas as acções que a CGD desenvolveu para o SBSR serão replicadas no Meo SW que decorre na Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar, entre os dias 7 e 11 de Agosto.

«A activação permite-nos tratar as pessoas não como consumidores, mas como pessoas que efectivamente são», explica o responsável da marca garantindo que este target é importantissimo para a Caixa. «A Caixa há muito que acompanha os jovens. Começa quando eles entram no ensino superior, com uma oferta específica para eles. E estamos com eles onde eles gostam de estar», refere. E garante: «Nós temos tido a capacidade de inovar nesta experimentação da marca. Com um nome velho “Caixa Geral de Depósitos” somos uma marca rejuvenescida. Activar nos festivais desta forma ajuda-nos a ter esta percepção.» A Caixa quer que os jovens criem empatia com a marca para que sejam clientes por muitos anos. «Por isso empenhámo-nos em criar este espaço.»

Queens Of The Stone Age, Azealia Banks, Arctic Monkeys, The Killers, Carl Craig, Chk Chk Chk, Clã, Gary Clark Jr., Johnny Marr, Manuel Fúria e os Náufragos, Miguel, Owen Pallett, Ricardo Villalobos, Samuel Úria, são alguns dos nomes confirmados para o festival SBSR 2013. O bilhete diário tem o custo de 48 euros, enquanto o passe de três dias custa 90 euros, havendo descontos para os clientes Caixa.

fot 2 JCF_9087 net_2«Se em 2014 vai haver festivais como Rock in Rio e Alive, a Caixa vai a jogo»

«Não tenho a menor dúvida de que de todos os investimentos que nós fazemos em comunicação, hoje em dia, os que geram maior retorno são os que são feitos nos festivais. Por isso a minha vontade é no próximo ano ainda investir mais em festivais», assumiu Francisco Viana durante a visita de um grupo de jornalistas à Área VIP da Caixa no SBSR. E explicou porquê: «Um festival liga com a emoção das pessoas. Para um miúdo que nunca ouviu falar na Caixa Geral de Depósitos e tem a oportunidade de dormir no Hostel, vai pensar “Afinal o banco do estado…” Transmitimos que somos uma marca inovadora.»

Apesar da presença no SBSR e no Meo SW para 2014 não estar ainda definida nem contratualizada – «É preciso não esquecer o momento que vivemos» -, Francisco Viana garante que desde que a marca regressou aos festivais tem vindo a empregar toda a sua capacidade de inovar e de fazer diferente. «Em 2014 ainda queremos fazer mais!», garante. «Se conseguimos fazer isto com os jovens, vamos fazer isto com o target do Fado que acaba por ser transversal, estamos a fazer com o Cool Jazz para outros targets. Vamos tentar continuar», explica. E desenganem-se os que possam pensar (pelos eventos em que a Caixa tem marcado presença) que a CGD se restringe a negociar com Luís Montez e a Música no Coração. «A nossa porta está aberta ao Álvaro Covões e a todos os outros empresários que andam no país», refere o director de Comunicação e Marca da Caixa.

Aliás, Francisco Viana não põe de parte a eventual entrada no Rock in Rio. «É uma possibilidade como os outros também são. O Rock in Rio está à procura de sponsors e como é natural consulta a Caixa. Mas se vamos entrar ou não ainda não sabemos… Fomos consultados», revela. E acrescenta: «Eu tenho um budget e ano após ano tenho procurado a melhor forma de o investir. Se em 2014 vai haver festivais como o Rock in Rio e o Alive a Caixa vai a jogo.» É que também no caso do Optimus Alive – que recorde-se teve o Santander como patrocinador – a Caixa já foi consultada. «Tudo o que é festival em Portugal consulta a Caixa desde que voltámos a estar nos festivais. Toda a gente pede dinheiro à Caixa», resume.

Texto de Maria João Lima

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