Re/Max compara imóveis de luxo a obras de arte

A Re/Max arranca, amanhã, com uma campanha publicitária inteiramente dedicada à Re/Max Collection, a divisão da empresa especializada em imobiliário de luxo em Portugal. O objectivo é mostrar aos consumidores que os imóveis que transacciona são autênticas obras de arte, comparando-as a pinturas emolduradas.

Manuel Alvarez, presidente da Re/Max, explica à Marketeer que o segmento premium soube sobreviver à crise económica e avança como a marca vai apostar na comunicação deste tipo de imóveis.

Que espaço tem o imobiliário de luxo em Portugal?

O segmento premium esteve um pouco à margem da crise que se instalou em Portugal nos últimos anos. As características destes imóveis e dos seus compradores permitiram, apesar de apresentar crescimentos menos acentuados, que este segmento permanecesse activo. No caso da Re/Max Collection, a imobiliária líder neste segmento em Portugal, podemos afirmar que o crescimento se verificou tanto ao nível da facturação quanto ao nível das transacções. Por exemplo, em 2014 o volume de transacções imobiliárias foi de 1.133 e em 2016 foi de 1.664, o que representou um crescimento de 28% face ao ano anterior.

Nos últimos anos verificou-se ainda uma tendência muito especial, o regresso ao centro das grandes cidades, quer através da aquisição de imóveis novos, quer através da reabilitação urbana. Estamos convictos de que este dinamismo se vai manter, ou até acentuar, devido à visibilidade crescente do nosso País e o facto de a aquisição de imóveis ser uma alternativa interessante de investimento para investidores particulares ou a competição no crédito bancário com a redução acentuada dos spreads.

Por que razão consideram ser difícil a penetração deste segmento em Portugal?

Existem diversos factores que desaceleram o crescimento e a procura, apesar de considerarmos que este segmento está vivo e tem condições para continuar a crescer. A excessiva dependência de factores fiscais para a atracção de investimento estrangeiro é um exemplo. Existe ainda um outro factor que é igualmente sinónimo de crescimento e de travão, por exemplo, no caso de Lisboa, a procura por imóveis no centro da cidade em edifícios das décadas de 70/80 é elevada e o ritmo de reabilitação destes edifícios não acompanha a elevada procura, fazendo com que potenciais investidores/compradores aloquem os seus recursos a outros investimentos.

Qual é a solução?

Continuar a reabilitar.

Em que consiste a nova campanha da Re/Max Collection? Qual é o retorno esperado?

A nova campanha pretende mudar a percepção dos portugueses sobre a designação luxo, no segmento imobiliário premium em Portugal. Luxo é uma expressão redutora, e algo snob, que não reflecte a grandiosidade, a singularidade e a autenticidade destes imóveis, que para a Re/Max Collection são verdadeiras obras de arte. Tal como as obras de arte estes imóveis brilham por si, são imóveis que nos apaixonam e que nos fazem sonhar.

A nova campanha tem assinatura da FCB, com produção da Tom and Jelly e, durante dois meses, vai enriquecer as ruas e cidades de Norte a Sul do País. Vamos ainda ter um spot de TV na SIC Notícias, de suporte à nova rubrica sobre o mercado imobiliário premium em Portugal, inserida no programa “Espaços e Casas”.

Com esta campanha pretendemos valorizar ainda mais este segmento e reforçar que para os profissionais da Re/Max Collection nada mais importa do que encontrar a casa ideal, a casa com a qual os clientes sempre sonharam. Uma entrega só possível devido a um serviço atencioso e personalizado. Pretendemos ainda reforçar a notoriedade, aumentar a competitividade e a penetração da marca enquanto líder de mercado.

Texto de Filipa Almeida

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