Receitas publicitárias penalizam lucros da Cofina

A Cofina obteve um resultado líquido de 5 milhões de euros em 2015, o que representa uma quebra de 18% em relação aos 6,2 milhões de euros arrecadados no ano anterior. Os lucros foram arrastados pela quebra de receitas, quer de publicidade quer de circulação.

As receitas totais do grupo de media recuaram 5,1%, para 100,7 milhões de euros. Neste capítulo, a maior quebra verificou-se nas receitas publicitárias, que diminuíram 7,9%, para 33,8 milhões de euros. Já as receitas de cirulação caíram 2,9%, para 52,8 milhões de euros, ao passo que as receitas relacionadas com produtos de marketing alternativo e outros deslizaram 6,1%, para 14 milhões.

No segmento de jornais as receitas do grupo – que detém os títulos Correio da Manhã, Destak, Metro, Record e Jornal de Negócios – recuaram 3,8%, para 81,3 milhões de euros, ainda que as receitas de circulação se tenham mantido estáveis (-0,2%). Já no segmento de revistas – onde se incluem títulos como a Sábado ou a Vogue – a quebra de receitas foi mais pronunciada, na ordem dos 10,1%, para 19,3 milhões de euros.

No exercício de 2015, os custos da Cofina decresceram 4,7%, para 85,6 milhões de euros. “Esta descida não compensou a quebra verificada nas receitas motivando uma descida do EBITDA de 7,4% para os 15 milhões de euros”, sublinha o grupo em nota de imprensa. Já a margem EBITDA recuou 0,4 pontos percentuais, para 14,9%.

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