A Action vai reforçar a sua presença em Portugal com a abertura de uma nova loja em Vialonga, a 10 de setembro. Com esta inauguração, a cadeia de discount stores de produtos não alimentares passa a contar com 34 espaços no mercado português, pouco mais de dois anos depois da entrada no país.
Localizada na Rua Prof. Egas Moniz, 71B, a nova loja tem 817 metros quadrados e vai funcionar todos os dias, das 9h00 às 21h00. Para assegurar a operação, a Action criou 18 postos de trabalho.
A nova unidade disponibiliza a denominada “Fórmula Action”, baseada numa oferta de cerca de 6.000 produtos, distribuídos por 14 categorias. Entre estas encontram-se artigos para a casa, brinquedos, jardinagem, bricolage e alimentação.
A variedade da oferta é reforçada pela introdução de cerca de 150 novos produtos todas as semanas, enquanto o preço médio dos artigos comercializados pela cadeia se mantém abaixo dos dois euros.
“Estamos muito satisfeitos por abrir em Vialonga pouco mais de dois anos depois de termos apresentado a nossa primeira loja em Portugal”, afirma Sofia Mendoça, diretora-geral da Action em Portugal. A responsável destaca a procura existente na região e atribui o crescimento da cadeia à combinação entre a proposta comercial e o trabalho das equipas.
A abertura em Vialonga integra a estratégia de expansão da Action no mercado nacional, onde a cadeia tem vindo a aumentar progressivamente a sua rede desde a primeira abertura em Portugal.
Além do crescimento da operação, a empresa tem também vindo a comunicar compromissos relacionados com sustentabilidade. A Action estabeleceu metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa aprovadas pela Science Based Targets initiative (SBTi), com o objetivo de reduzir em 75% as emissões das suas próprias operações (âmbitos 1 e 2) até 2030, tendo 2021 como ano de referência.
A empresa afirma ainda estar a trabalhar na sustentabilidade das matérias-primas utilizadas nos seus produtos, através da Ethical Sourcing Policy (ESP), que estabelece critérios para fornecedores e processos de aquisição.
De acordo com os dados divulgados pela Action, mais de 99% das matérias-primas abrangidas pela política — incluindo algodão, madeira, cacau, café e óleo de palma — provêm atualmente de fontes certificadas como sustentáveis.












