A situação foi denunciada pela TSF através do caso do empresário Pedro Maia que descreveu à emissora o anúncio “altamente credível” que “quase acabou num caso de phishing”. O empresário revelou que o outdoor podia ser de um qualquer banco tradicional, mas foi ao entrar no QR Code que percebeu que se tratava de uma tentativa de phishing. Desde esse momento, a sua caixa de correio encheu-se de e-mails com pedidos para enviar dados.
Contactada pela Marketeer, a empresa Metropolitano de Lisboa confirmou a publicidade fraudulenta advertindo que “a campanha publicitária em causa esteve patente em várias redes de espaços publicitários e não exclusivamente nos suportes existentes no Metropolitano de Lisboa”. Quanto à responsabilidade, remeteu para a Publimetro, S.A. (MOP), empresa concessionária da publicidade.
“Contratualmente é da exclusiva responsabilidade da concessionária avaliar e garantir que as campanhas publicitárias patentes no Metropolitano de Lisboa cumprem as devidas exigências legais e éticas, pelo que o Metropolitano de Lisboa não intervém diretamente na escolha das campanhas publicitárias, nem valida o respetivo conteúdo ou a identidade das entidades anunciantes”, indicou.
Adicionalmente, a empresa “determinou que os cartazes fossem retirados de imediato dos seus espaços e que a empresa concessionária da publicidade, Publimetro, S.A., encetasse as devidas diligências legais junto das entidades competentes, designadamente junto do Ministério Público”.
A JCDecaux e MOP não respondeu, até ao momento, às questões enviadas.














