Portugueses optimistas em relação ao poder de compra

A maioria dos portugueses (74%) acredita que, este ano, o seu poder de compra continuará igual ao do ano passado, sendo que 46% afirma ter registado um aumento no rendimento em 2017. A principal justificação para a melhoria no poder de compra passa pela integração no mercado de trabalho de um elemento do agregado familiar.

Por outro lado, no caso da população que verificou uma diminuição no orçamento, no ano passado, 33% aponta para uma redução salarial e 67% para o desemprego de um familiar.

Os dados são do mais recente estudo do IPAM, que revela um espírito optimista por entre os consumidores: apenas 3% dos inquiridos acredita que a situação de Portugal irá piorar; 49% considera que irá melhorar.

Perante o optimismo e melhoria nos rendimentos, o IPAM procurou perceber quais os actuais factores determinantes na hora de ir às compras: apesar de o orçamento ter aumentado, o preço continuar a ser crucial, tanto ao nível dos produtos alimentares como dos bens não duráveis (roupa, sapatos e brinquedos).

“O IPAM acredita ser possível afirmar que, independentemente de algumas mudanças nas condições de vida dos consumidores, houve uma adaptação à situação de crise e uma mudança profunda de comportamentos com impacto na percepção de qualidade de vida”, refere a instituição.

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