Podcast Marcas com Marca: O mundo imaginário das joias Cata Vassalo não tem limites

FacebookLinkedin
Maria João Vieira Pinto
07/05/2026
11:51
FacebookLinkedinMarcas com Marca
Maria João Vieira Pinto
07/05/2026
11:51

Partilhar

A Cata Vassalo nasceu da paixão de alguém que sempre acreditou que criar peças fazia parte da sua essência. Depois dos toucados de noiva, chegaram as joias e a roupa, assim como parcerias com marcas, desfiles que são verdadeiras festas, lojas em centros comerciais e uma pequena série que já estreou nos canais da Opto.

M.ª João Vieira Pinto

«A Cata Vassalo é um apêndice da Catarina. O que tentamos criar vem do meu dia-a-dia», explica Catarina Vassalo, a fundadora da marca, enquanto partilha que tudo foi acontecendo e que nunca deixou de agarrar todas as oportunidades que lhe fizeram sentido.

A história, essa inicia-se ainda Catarina era criança, na altura em que fazia colares com as irmãs para vender na praia. Sempre soube, recorda, que queria ir para Artes, e dos primeiros colares até hoje foi todo um caminho de acreditar e aprender. Aos 20, muda-se para Inglaterra com o marido e aproveita o momento para desenvolver mais ainda o hobby que já não a largava. «Comecei lá a vender colares, brincos e pulseiras, até que me mudei para Espanha e comecei a criar toucados», para convidadas espanholas e noivas portuguesas, lembra. Até que regressa, percebe que esse trabalho não deixava de ser sazonal e inicia-se no desenho e criação de joias. «90% do meu trabalho era para noivas e voltei ao início, a fazer brincos, mas com um material mais nobre», diz, enquanto destaca o facto de ter «um sentido estético muito português.»

O que decide – e que terá sido pedra de toque para o crescimento imediato – é enviar alguns produtos a influenciadoras. Aborda umas 100, mas só 15 lhe respondem. E seriam essas 15 as primeiras a comunicar a marca, estava-se então em 2016. Hoje, tem atelier próprio em Sintra onde trabalham cerca de 30 pessoas e pontos de venda abertos no Amoreiras Shopping Center e no Norte Shopping.

Continue a ler após a publicidade

Começou a apresentar as colecções num desfile anual, Utopia, que é uma verdadeira festa e a levou a desenhar peças de roupa – «no segundo desfile vendemos 75%» – e fechou uma série de parcerias com marcas que passaram a querer associar-se, entre uma Delta ou Isdin.  O que diz é que a marca, essa, poderá continuar a evoluir e desdobrar-se. «Mas consciente até onde pode ir!» Ou não fosse, no mundo, «um mundo imaginário de tudo» o que nunca imaginou.




Notícias Relacionadas

Ver Mais