Podcast Marcas com Marca: O ano passado, a Manteigaria vendeu mais de 3 milhões de pastéis de nata

MultimédiaFacebook
Maria João Vieira Pinto
03/07/2026
10:34
MultimédiaFacebookLinkedin
Maria João Vieira Pinto
03/07/2026
10:34

Partilhar

A Manteigaria foi fundada em 2014 no Chiado, em Lisboa, num edifício histórico que albergava a antiga “Manteigaria União”. Hoje, os seus pastéis de nata fazem com que haja filas à porta e, depois do Chiado, partiram para outras localizações em Portugal e no Mundo, nomeadamente Macau, Paris, Madrid ou Hong Kong. Jaime Soares, o director-geral para Portugal garante que «à medida que a marca cresce, garantir a consistência e a qualidade é uma prioridade fundamental.»

M.ª João Vieira Pinto

Mas como é que se consegue garantir qualidade e estabilidade numa marca mono-produto e num mercado onde até há uns anos havia um competidor forte e não existia marca? Jaime Soares diz que manter o nível de qualidade é quase um mantra na casa, desde a primeira loja até à 18.ª que está prestes a abrir, no Porto.  «O nosso desafio é manter o nível de qualidade, as mesmas matérias-primas, a mesma forma de trabalhar, e levar o nosso pastel de nata a um número cada vez maior de pessoas.» Sem revelar propriamente números de venda do produto, o director-geral da Manteigaria para o mercado português vai, contudo, dizendo que em 2025 foram atendidos mais de três milhões de clientes. Ora se nem todos comem ou compram apenas uma unidade… O que partilha, isso sim, é que a marca trabalha qualquer coisa como 120 mil quilos de farinha por ano.

Certo é que a Manteigaria deverá continuar a elevar a fasquia numérica, que tem vindo a reforçar desde que foi comprada pelo Grupo Portugália, numa altura em que tinha apenas três lojas. «Neste momento, em Portugal já são 16, estamos quase a abrir mais duas, e em 2023 abrimos a primeira loja fora, em Paris. À data, já contamos com quatro em Paris, quatro em Madrid, duas em Macau e uma em Hong Kong.» A ideia é entrar em novos territórios, mas sem data agendada. E, tudo isto, com directivas globais mas gestão local, sendo que cada país é dirigido por um country manager e responde a toda uma equipa formada e oleada para que nada se perca.

Por cá, Jaime Soares revela que gostava de reforçar presença no Porto e que eventualmente destinos como Coimbra, Leiria, Évora ou algumas zonas do Algarve podem fazer sentido para a expansão da marca.

Continue a ler após a publicidade

 




Notícias Relacionadas

Ver Mais