Paladin investe dois milhões em internacionalização

O novo centro logístico da Paladin tem como objectivo responder à crescente procura internacional pelos produtos da marca de temperos. A construção do centro, a 500 metros da actual unidade industrial, na Golegã, implicou um investimento de dois milhões de euros.

João Pilão, director de Internacionalização da Paladin, explica que o novo centro colmata vários desafios com que a empresa se debatia: «Precisávamos de ganhar eficiência no planeamento da produção, mantendo a flexibilidade que caracteriza a oferta da marca. Para isso, precisávamos de mais espaço na fábrica, até porque o espaço até aqui usado como armazém já se encontrava subdimensionado.»

A Paladin está presente em 30 países e chega a mais de 150 milhões de consumidores, segundo números da marca, em comunicado. O administrador Carlos Gonçalves refere ainda que a Paladin sabe que os consumidores «em todo o mundo estão ávidos por produtos originais para confeccionarem os seus pratos». E acrescenta: «Estamos certos que o sabor à portuguesa da Paladin vai fazer essa diferença.»

O centro logístico, inaugurado este mês, tem capacidade para quatro mil paletes, sendo que existe potencial de expansão para mais três mil. Conta ainda com nove cais de carga e descarga.

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