Pacotes de serviços de comunicações ganham terreno

Há cada vez mais portugueses a subscrever pacotes de serviços de comunicações electrónicas. No final do primeiro semestre deste ano, o número de subscritores atingiu os 3,8 milhões, segundo avança a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), indicando que se trata de um aumento de 5,2% em relação ao período homólogo anterior.

A Anacom justifica o crescimento com as ofertas que abrangem em simultâneo quatro ou cinco serviços, nomeadamente telefone fixo, banda larga fixa, televisão paga, telemóvel e internet móvel. Estes pacotes saltaram 7,3%, ao passo que as opções com apenas três serviços aumentaram 6,3%. As ofertas com dois serviços, por seu turno, viram o número de subscritores cair 4,1%, perdendo 21 mil clientes.

No total, a penetração dos pacotes de serviços atingiu 92,7 em cada 100 famílias clássicas, de acordo com os dados divulgados pela Anacom. A autoridade indica ainda que as receitas destes serviços ascenderam a 786 milhões de euros, no final de Junho, com as ofertas de quatro ou cinco serviços a representar 60%. Em média, a receita mensal por subscritor de pacote, que inclui clientes residenciais e não residenciais, foi de 34,62 euros, não incluindo IVA.

Nos primeiros seis meses do ano, a Meo era a rainha das comunicações em Portugal, com uma quota de subscritores de serviços em pacote de 40,5%. Seguiram-se Nos (37,7%), Vodafone (17,3%) e Nowo (4,5%).

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