A primeira fila do desfile Outono/Inverno 2026 da Prada em Milão tornou-se notícia não apenas pelo glamour, mas pelo que poderá estar por trás: a presença de Mark Zuckerberg e Priscilla Chan levantou especulações sobre uma colaboração entre a Meta e a marca italiana.
Segundo fontes, Zuckerberg terá conversado com Lorenzo Bertelli, diretor de marketing da Prada, sugerindo que a tecnológica poderá entrar no segmento de luxo com óculos inteligentes alimentados por inteligência artificial.
Estes dispositivos, ainda não confirmados oficialmente, combinariam a estética exclusiva da Prada com funcionalidades avançadas de IA da Meta, como assistentes digitais, captura de imagem e vídeo, tradução em tempo real e ferramentas contextuais. A proposta seria transformar os óculos de um simples gadget num acessório de luxo conectado, posicionando a tecnologia no universo aspiracional da moda.
Para a Meta, esta possível parceria representa uma oportunidade de expandir a sua presença além do software e dos dispositivos convencionais, enquanto a Prada reforçaria a ligação entre design, exclusividade e inovação tecnológica. O mercado de wearables tem evoluído para produtos com narrativa cultural e status aspiracional, e uma colaboração deste tipo consolidaria a convergência entre Silicon Valley e a moda europeia.












