O que leva alguém a seguir uma marca?

Conhecer a audiência deve ser um dos primeiros passos a dar na hora de planear quais os conteúdos que serão publicados nas redes sociais de uma marca ou negócio. Partindo deste princípio, o mais recente Sprout Social Index apresenta alguns dados estatísticos relativamente ao segundo trimestre deste ano que poderão ser importantes para compreender quem está do outro lado do ecrã – e aquilo que os leva ou não a seguir uma página.

De acordo com o estudo, 71% dos utilizadores deixou de seguir uma marca porque se sentiram de alguma forma embaraçados, sendo que as principais acções que irritam os utilizadores são: publicar demasiadas promoções (57,5%); utilizar expressões demasiado informais e calão (38,4%); as contas não terem nenhum tipo de personalidade (34,7%); tentar ser engraçado e não conseguir (32,3%); e não responder às mensagens (24,7%).

Quanto às razões que levam alguém a seguir uma marca, o Sprout Social Index indica que, no segundo trimestre deste ano, prevaleceu o interesse no serviço ou produto (73,4%). Segue-se o interesse nas promoções (58,85), o factor entretenimento (51,3%), algum tipo de incentivo ou contrapartida (42,2%), interesse na indústria em geral (41,5%), para comunicar com a marca (25,1%) e amigos que gostaram de conteúdos daquela página (21%).

Tendo em conta que a presença de uma marca ou negócio nas redes sociais se deve, muitas vezes, ao objectivo último de gerar vendas, o estudo quis perceber se este resultado é alcançado ou não. No segundo trimestre deste ano, 75,3% dos utilizadores comprou algo por influência das redes sociais.

Para chegar à compra, os utilizadores têm de ver entre duas e quatro vezes o produto ou serviço nas redes sociais (60,7%). Apenas 15,1% comprou algo depois de ter visto somente uma vez.

Quanto às indústrias mais populares nas redes sociais, o top 10 é composto por retalho, media e entretenimento, bens consumíveis, tecnologia, viagens/hospitalidade, organizações sem fins-lucrativos, saúde, educação, banca e governo. Já as 10 mais irritantes são lideradas pelo governo, seguido de banca e finanças, marketing e publicidade, imobiliário, automóvel, educação, retalho, saúde, bens consumíveis e media e entretenimento.

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