“My Lucky Star”: Diana Chaves lança linha de jóias com um significado especial

A actriz e apresentadora Diana Chaves é a nova embaixadora da marca portuguesa Anjewels. Para assinalar a parceria, foi lançada uma linha de jóias – “My Lucky Star” – , que homenageia a estrela da sorte da apresentadora do programa de televisão “Casa Feliz”: a sua mãe.

O convite para a criação desta linha partiu da Anjewels e Diana Chaves, que nunca tinha pensado em lançar uma gama de jóias, aceitou prontamente. «Ainda bem que há desafios novos que nos surgem a seu tempo!», diz a actriz à Marketeer.

Esta colecção, explica Inês Gomes, directora de Marketing da marca, é inspirada na estrela-guia que acompanha cada mulher, com o poder dos seus sonhos e da influência das estrelas na sua força interior em mente. E o ponto de partida foi algo muito especial: uma homenagem à mãe de Diana Chaves, que morreu em 1992, quando a apresentadora tinha 11 anos.

«Eu tenho a certeza de que tenho uma estrelinha da sorte, que é a minha mãe. Sei que as estrelinhas da sorte não fazem milagres, mas eu gosto de andar sempre acompanhada por elas. E, agora, no fundo, essas minhas estrelinhas tomaram forma», revela.

Com a missão de «dar uma identidade a cada peça aliando-a a um design urbano, elegante e versátil», a Anjewels e a actriz reuniram e, a partir daí, começou o processo criativo que resultou na colecção de 15 peças exclusivas – anéis, brincos, colares, pulseiras e piercing.

«Acreditamos que através das nossas peças conseguimos transmitir um misto de emoções fortes e bonitas e aliarmo-nos a pessoas com um fundo genuíno e autêntico é sempre uma mais-valia para que a nossa mensagem seja bem recebida», refere Inês Gomes.

Reflectidos nas peças estão as ideias e gostos pessoais de Diana Chaves, que sendo «muito prática no dia-a-dia» e não gostando «de coisas muito extravagantes», elege o fio com a asa de anjo como a sua joia preferida da colecção “My Lucky Star”. «Prefiro as [peças] mais simples e delicadas, mas com pormenores especiais, não deixando de serem robustas.»

 

Texto de Beatriz Caetano

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