Mundial 2026: FIFA endurece regras e publicações nas redes sociais podem dar problemas legais (o que pode sair caro às marcas)

FacebookNotícias
Sandra M. Pinto
06/06/2026
17:17
FacebookNotícias
Sandra M. Pinto
06/06/2026
17:17

Partilhar

A FIFA definiu um conjunto de regras rigorosas para a utilização dos elementos oficiais associados ao Mundial de 2026, que terá lugar no México, Estados Unidos e Canadá, alertando que publicações não autorizadas nas redes sociais podem resultar em consequências legais, sobretudo quando envolvem fins comerciais.

De acordo com informação avançada pelo Merca2.0, com base nas diretrizes de propriedade intelectual da organização, “a FIFA pretende reforçar o controlo sobre a utilização de logótipos, hashtags, imagens e outros elementos oficiais do torneio, de forma a proteger os direitos comerciais associados ao evento”.

Segundo as regras divulgadas, “os adeptos podem partilhar conteúdos relacionados com o Mundial de 2026 nas redes sociais, desde que não exista qualquer intenção comercial”. Isto inclui” comentários, publicações sobre jogos e interação com conteúdos oficiais”. No entanto, a FIFA alerta que “o uso excessivo de elementos protegidos pode sugerir uma ligação oficial ao torneio, algo que não é permitido”.

O Merca2.0 refere ainda que “o principal risco surge quando marcas ou empresas utilizam a identidade visual do Mundial para campanhas promocionais, podendo induzir o público em erro ao associar essas ações a uma parceria oficial com a FIFA”.

Entre as práticas consideradas problemáticas estão a utilização do logótipo do Mundial em conjunto com marcas comerciais, campanhas publicitárias com imagens oficiais, promoções baseadas em conteúdos do torneio ou o uso de hashtags oficiais em contextos de marketing.

Continue a ler após a publicidade

A FIFA sublinha que “apenas os patrocinadores e parceiros oficiais têm autorização para explorar comercialmente a marca do Mundial de 2026”. Entre estes encontram-se empresas como Adidas, Coca-Cola, Visa, Hyundai/Kia e Qatar Airways, que detêm direitos exclusivos de utilização dos elementos protegidos do torneio.

A organização defende “que esta proteção é essencial para garantir o valor comercial do evento e assegurar o financiamento de iniciativas globais de desenvolvimento do futebol”.

 

Continue a ler após a publicidade



Notícias Relacionadas

Ver Mais