McDonald’s quer tornar o Happy Meal mais saudável

A McDonald’s está a implementar novos critérios nutricionais, com o objectivo de tornar o menu Happy Meal num produto mais equilibrado para as crianças. A medida faz parte do plano estratégico da cadeia de fast food para os próximos quatro anos, que abrange ainda áreas como o incentivo à leitura ou a transparência na comunicação da marca.

Com base neste compromisso, a McDonald’s pretende assegurar que, até ao final de 2022, pelo menos 50% das refeições Happy Meal em todo o mundo seguem os novos padrões nutricionais: deverão ser iguais ou inferiores a 600 calorias, com 10% de calorias provenientes de gorduras saturadas, 650mg de sódio e 10% de calorias provenientes de açúcares adicionados.

«Para alcançar este objectivo, os mercados vão poder adicionar novas ofertas, remover itens ou reformular o menu Happy Meal», revela a marca em nota de imprensa. Para além disso, acrescenta, serão tomadas medidas para promover opções mais equilibradas por parte dos consumidores: «a McDonald’s reconhece a sua responsabilidade e oportunidade de ter um impacto positivo usando a sua escala para alavancar uma comunicação cada vez mais inovadora, que pode passar pelas embalagens e o uso de novas tecnologias – como os quiosques e apps mobile – para ajudar a disponibilizar mais frutas, vegetais, produtos com baixo teor de gordura saturada, proteína e água no Happy Meal.»

A marca lembra ainda que, no mercado português, têm sido introduzidas melhorias no perfil nutricional do Happy Meal – como a possibilidade de juntar vegetais e fruta ou a redução de 36% do teor de sal -, bem como acções de comunicação que visam alavancar este posicionamento. Por exemplo, recentemente a McDonald’s Portugal associou-se à Nutri Ventures para promover o consumo de fruta e vegetais.

O plano estratégico da marca, elaborado em parceria com a associação sem fins lucrativos Healthier Generation, prevê ainda melhorias à escala global em áreas como a simplificação dos ingredientes (removendo e reduzindo sabores e conservantes artificiais), a transparência na disponibilização de informação nutricional ou a comunicação responsável.

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