MB WAY: O futuro dos pagamentos também passa pela música

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06/08/2026
08:33
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MB WAY: O futuro dos pagamentos também passa pela música

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Os grandes eventos estão a impulsionar a evolução dos pagamentos digitais, tornando a experiência dos consumidores mais simples, integrada e segura

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Os festivais de Verão são um pilar central da estratégia do MB WAY desde 2020, com presença em eventos de música, desporto e cultura em todo o País. Mais do que um canal de visibilidade, constituem um ponto estratégico de contacto com utilizadores, comerciantes e promotores, acelerando a adopção de pagamentos digitais e reforçando os atributos de inovação, confiança e proximidade da marca.

Num ambiente de elevada exigência tecnológica e milhares de transacções em simultâneo, o MB WAY assegura uma infra-estrutura de pagamentos robusta e fiável. A presença da marca inclui ainda activações no recinto, benefícios exclusivos, campanhas promocionais e iniciativas de responsabilidade social e ambiental. Em entrevista à Marketeer, Luís A. Gonçalves, director de Segmentação e Gestão de Mercados, explica como o MB WAY tem acompanhado a transformação dos pagamentos nos eventos ao vivo.

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Os festivais de Verão têm sido um laboratório privilegiado para novas soluções de pagamento. Como tem evoluído o papel do MB WAY neste contexto?

Os festivais de Verão têm sido um verdadeiro laboratório para a inovação em pagamentos digitais, e o MB WAY tem acompanhado essa evolução. Se inicialmente era sobretudo uma solução de pagamento rápida e conveniente, hoje integra-se na experiência do utilizador, permitindo pagamentos instantâneos e a utilização de wearables, como o MB WAY pulse, para uma experiência mais fluida.

O MB WAY evoluiu também para uma plataforma que liga campanhas promocionais, benefícios exclusivos e a relação entre marcas, organizadores e consumidores, tornando-se um facilitador da experiência do evento. A música e os festivais são, aliás, um eixo estratégico para a marca, que desde 2020 marca presença anual em mais de 30 eventos, dos festivais de menor dimensão a grandes referências como o Rock in Rio Lisboa.

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Este percurso mostra a evolução do MB WAY de uma solução transaccional para uma plataforma integrada de experiências digitais em eventos…

Sim, essa evolução é particularmente visível nos festivais, que funcionam como ambientes ideais para testar novas experiências digitais. O MB WAY deixou de ser apenas uma solução de pagamento para acompanhar toda a jornada do utilizador, integrando pagamentos instantâneos, wearables como o MB WAY pulse, para pagamentos e acessos, campanhas promocionais, benefícios exclusivos e uma ligação mais próxima entre marcas, organizadores e consumidores. Esta evolução é particularmente evidente nos eventos de música e cultura, um pilar estratégico para a marca.

Que tendências de comportamento dos consumidores têm identificado nos festivais ao nível dos pagamentos e das experiências digitais?

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Temos identificado uma procura crescente por experiências simples, rápidas e sem fricção. Os festivaleiros valorizam soluções de pagamento digitais integradas em toda a jornada do evento, desde a compra antecipada até aos pagamentos no recinto e à recepção de comprovativos em formato digital.

Os pagamentos contactless e por smartphone são hoje uma expectativa, mas o principal factor diferenciador é a conveniência. É essencial garantir soluções fiáveis e acessíveis, mesmo em momentos de grande afluência. Além disso, cresce a valorização de benefícios associados ao pagamento, como cashback, ofertas exclusivas, activações personalizadas ou acesso privilegiado a experiências, tornando o pagamento parte integrante da experiência do festival.

Como é que a tecnologia da SIBS garante que essa experiência é rápida, cómoda e segura mesmo com milhares de utilizadores em simultâneo?

A principal vantagem para os festivaleiros é a conveniência: pagar de forma rápida, simples e segura, sem recorrer a dinheiro físico. O MB WAY oferece diferentes formas de pagamento, como QR Code, NFC ou MB WAY pulse, proporcionando uma experiência fluida e flexível.

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A infra-estrutura da SIBS foi concebida para suportar elevados volumes de transacções em simultâneo, garantindo disponibilidade, segurança e fiabilidade, mesmo nos momentos de maior afluência. A experiência é ainda reforçada com benefícios como cashback e outras vantagens digitais, tornando o pagamento mais eficiente e vantajoso.

Que impacto tem a digitalização dos pagamentos na gestão dos espaços, dos comerciantes e dos próprios organizadores dos festivais?

A digitalização dos pagamentos torna os festivais mais eficientes, seguros e convenientes para festivaleiros, comerciantes e organizadores.

Para os festivaleiros, significa menos filas, maior rapidez nas compras e menor dependência de dinheiro físico. Para os comerciantes, acelera o atendimento e reduz a gestão de numerário. Já os organizadores beneficiam de informação em tempo real sobre a actividade no recinto, facilitando a gestão operacional e a optimização de recursos. No Rock in Rio Lisboa, a Gestão de Payouts da SIBS automatiza ainda a repartição e liquidação de valores entre promotores, comerciantes, parceiros e fornecedores, com maior rapidez, segurança e rastreabilidade. No conjunto, os pagamentos digitais contribuem para eventos mais eficientes, seguros e uma melhor experiência para todos.

Os wearables, como o MB WAY pulse, poderão tornar-se o formato de pagamento preferido neste tipo de eventos?

Os wearables têm características particularmente adequadas aos festivais, onde rapidez, mobilidade e conveniência são essenciais. Soluções como o MB WAY pulse permitem pagar de forma simples, sem recorrer ao telemóvel ou à carteira, e continuam a funcionar mesmo em situações de menor conectividade, ou quando o smartphone fica sem bateria.

Acreditamos que os wearables ganharão relevância nos próximos anos, coexistindo com o smartphone e oferecendo aos utilizadores maior liberdade de escolha. As edições especiais do MB WAY pulse mostram também como estes dispositivos podem reforçar a ligação emocional às marcas e aos eventos. Em paralelo, soluções como o MB WAY eco contribuem para uma experiência mais digital e sustentável, reduzindo a utilização de papel. No futuro, caminhamos para pagamentos cada vez mais integrados e invisíveis, incluindo soluções biométricas.

Os festivais reúnem milhares de pessoas em poucos dias. Que desafios tecnológicos e operacionais a SIBS enfrenta para assegurar a fiabilidade dos pagamentos nestes contextos?

Os festivais são dos contextos mais exigentes do ponto de vista tecnológico, exigindo uma infra-estrutura capaz de garantir elevado desempenho e disponibilidade, mesmo em espaços temporários e durante picos de utilização.

Para responder a estes desafios, a SIBS trabalha em estreita articulação com os organizadores, implementando soluções de redundância, monitorização permanente e mecanismos de continuidade de serviço. A operação envolve ainda a gestão de centenas de comerciantes e a coordenação de infra-estruturas de TI, telecomunicações, equipamentos e integrações com parceiros. O objectivo é assegurar uma plataforma robusta, segura e escalável, capaz de processar milhares de transacções em simultâneo sem comprometer a experiência do utilizador.

De que forma o MB WAY tem vindo a integrar-se na jornada completa do consumidor, antes, durante e depois dos festivais? Quais os principais pontos de contacto?

O MB WAY integra-se cada vez mais na jornada completa do consumidor, acompanhando toda a experiência desde que os bilhetes ficam disponíveis até ao momento após os festivais.

Antes do evento, está presente na compra de bilhetes, em campanhas promocionais, activações digitais e parcerias com media partners. Durante o festival, facilita pagamentos rápidos e seguros, oferecendo também benefícios como ofertas exclusivas, acessos diferenciados e soluções como o MB WAY pulse. Depois, a relação prolonga-se através de acções de fidelização, como cashback, ofertas personalizadas e benefícios exclusivos, reforçando o engagement e a ligação à marca para além do evento.

Num ambiente de festival, onde uma fila de espera ou uma falha de pagamento podem estragar o momento, qual é o maior obstáculo a uma experiência de pagamento fluida?

O maior obstáculo a uma experiência de pagamento fluida é qualquer factor que introduza fricção na jornada do utilizador, como filas, processos complexos ou falhas de pagamento. Por isso, o foco está em garantir uma infra-estrutura robusta, capaz de assegurar transacções rápidas e fiáveis, mesmo em momentos de grande afluência.

A flexibilidade é igualmente essencial. Disponibilizar diferentes formas de pagamento, como smartphones, contactless ou wearables, permite que cada utilizador escolha a solução mais conveniente. Quanto mais simples e invisível for o pagamento, melhor será a experiência do consumidor.

Portugal tem uma penetração de pagamentos digitais acima da média europeia. Os festivais reflectem essa maturidade ou ainda há resistência ao abandono do dinheiro físico?

Os festivais reflectem claramente a maturidade de Portugal na adopção de pagamentos digitais. A resistência inicial deu lugar a uma crescente confiança, sobretudo em contextos onde a conveniência é determinante. Embora o numerário continue presente, a preferência por soluções digitais é cada vez mais evidente, especialmente entre os públicos mais jovens.

Esta evolução é visível em festivais que operam com modelos essencialmente cashless. Em eventos como o Rock in Rio, deixou de circular dinheiro físico no recinto, demonstrando a confiança dos consumidores nas soluções digitais, hoje encaradas como o padrão de conveniência.

Os festivais continuam a ser um ponto de contacto privilegiado com as gerações mais jovens. Que papel desempenham as parcerias com festivais na estratégia de proximidade da marca?

As parcerias com festivais são estratégicas para reforçar a proximidade da marca, sobretudo junto das gerações mais jovens, mais receptivas à adopção de novas tecnologias e meios de pagamento digitais.

Mais do que promover a utilização imediata, estes eventos permitem construir uma relação de longo prazo, associando a marca a experiências positivas e consolidando atributos como inovação, proximidade e confiança. Num mercado cada vez mais competitivo, a diferenciação faz-se pela relevância que se ganha no quotidiano das pessoas e pela presença nos momentos mais marcantes.

Que tipo de dados ou insights sobre hábitos de consumo conseguem retirar destes eventos e como ajudam a antecipar tendências futuras?

Os festivais permitem observar padrões reais de comportamento de consumo, fornecendo insights sobre a utilização de meios de pagamento, preferências dos utilizadores e adopção de novas funcionalidades digitais.

A análise destes dados ajuda a identificar tendências, evoluir os serviços e apoiar promotores e comerciantes na optimização das suas operações.

Os eventos permitem ainda acompanhar comportamentos ligados à sustentabilidade e à responsabilidade social. Esta informação é consolidada em ferramentas como o SIBS Analytics, disponibilizando ao mercado dados e insights que apoiam a tomada de decisão e a inovação.

Como é que a SIBS vê a evolução dos pagamentos em eventos ao vivo nos próximos anos?

A SIBS acredita que os pagamentos em eventos ao vivo serão cada vez mais integrados, digitais e praticamente invisíveis, reduzindo qualquer fricção entre o utilizador e a sua experiência no local.

A tendência passa por uma maior adopção de wearables, autenticação biométrica e integração entre acesso ao evento, pagamentos e benefícios numa única jornada digital.

Iniciativas como o MB WAY verified apontam nesse sentido, reforçando a segurança e abrindo caminho a novos casos de utilização, como a validação de idade e a autenticação biométrica. O objectivo é proporcionar ao consumidor uma experiência simples, rápida e segura, em que o pagamento se torna uma parte natural do evento. Esta conveniência permite que as pessoas se concentrem no que realmente importa: viver a experiência.

Este artigo faz parte do Caderno Especial “As Marcas na Música e os Festivais Verão” da edição de Julho (n.º 360) da Marketeer.






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