Mas, afinal, que relação existe entre um projecto de bandas de empresas e a causa ambiental?

Por Sara Ferreira, coordenadora Comercial e de Marketing da Multitempo (empresa de Recursos Humanos, promotora/patrocinadora do Festival Brands Like Bands)

Sem grandes rodeios, a resposta a esta pergunta é simples: Brands Like Bands. Este ano, o Festival associa-se a uma das causas sociais mais urgentes para todos: o planeta e a sua sustentabilidade, através do “1% For The Planet”, um projecto de uma organização ambiental com outros implantados por todo o mundo na área da sustentabilidade.

Esta edição do Festival pretende criar uma harmonia ímpar entre dois elementos que nos tocam a todos: a sustentabilidade do planeta e a música, trazendo a esta causa a capacidade de se fazer ouvir em Sol, em Fá e em Ré. É mais uma oportunidade de trazer para a consciência colectiva a temática da responsabilidade ambiental, a qual não pode ser assumida somente pelas grandes empresas, pela indústria ou pelos transportes, mas, acima de tudo, por nós enquanto seres sociais habitantes deste planeta.

As bandas que vão actuar no Festival são compostas por pessoas que integram, nas suas atarefadas vidas pessoais e profissionais, o enorme desafio de representar as suas empresas, colocando a “mão na massa” – que é como quem diz, na bateria e na guitarra – e com foco e dedicação contribuírem de forma tão nobre para uma causa.

Digamos que não é fácil encontrar bons planetas para viver, por isso é urgente proteger o nosso. Acreditamos que a música é, então, o veículo perfeito para transportar esta mensagem, pois faz-nos saltar das cadeiras, cantar, dançar e emociona-nos. Aliás, basta pensarmos que existem doenças neurológicas com as quais os pacientes não se conseguem lembrar do próprio nome, mas têm memórias “frescas” de trechos de músicas da sua infância ou adolescência, permitindo-lhes resgatar uma série de sensações. É, portanto, um meio completo e multifacetado, capaz de nos fazer agir e de nos fazer mudar. Renova-nos e transforma-nos. Há músicas que ficam para sempre. Basta dizer baixinho “As saudades que eu já tinha” e somos transportados no tempo, certo?

Assim, acredito que este festival é um catalisador na transmissão desta mensagem urgente acerca do nosso planeta.

A edição deste ano surge também numa altura em que grande parte de nós tem “sede” de proximidade, de estarmos juntos, de criarmos momentos e memórias. Queremos acreditar que esta é uma iniciativa que nos chega numa altura em que estamos no “início do fim” de um ano e meio mesmo muito longo.

Quem nunca, ouvindo uma música da sua adolescência no carro, teve vontade de dançar, abrir os vidros, cantar bem alto e sair a correr, tal é a onda de energia que sente? A música, de facto, transforma e, com ela, queremos fazer a diferença nas organizações e no mundo.

 

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