Marketing nu…

Joana Amaral Dias despiu-se para a imprensa e com isso tornou-se em mais um fenómeno viral nas redes sociais, um mês antes das legislativas de 4 de Outubro de 2015

Texto de Paula Tinoco Trindade

Ao que parece o sexo continua a ser um tema tabu na cultura portuguesa que, por ser conhecida como machista e conservadora, teve, como seria de esperar, reacções bastante polémicas perante a atitude de Joana Amaral Dias, ao pousar grávida e nua para a capa da revista “Cristina”. Em resposta a essas duras críticas, a líder do movimento político Agir posou posteriormente para a capa da revista “Vidas”, do “Correio da Manhã”, onde, para além de nua, colocou uma mensagem escrita na própria barriga: “É menina! Oxalá seja mulher com liberdade.”

Preconceitos à parte, será importante analisarmos a estratégia e entendermos o porquê da nudez? Na verdade, os principais partidos políticos, para além de terem um maior investimento publicitário, também têm maior destaque por parte da comunicação social. Logo, como contrariar o sistema? Qual a solução para virar os holofotes para os pequenos partidos e coligações sem gastar mais dinheiro em cartazes e acções publicitárias?

Existem inúmeras formas de o fazer, mas a líder do Agir apostou no mediatismo com nudez. Censurável? Ninguém cometeu nenhum crime! Credível? À partida, uma pessoa que mostra tudo terá menos probabilidades de esconder o que quer que seja. Estratégico? Sim! Resultados? A antiga deputada do Bloco de Esquerda conseguiu gerar tanto elogios como críticas, mas, principalmente, reacções da população portuguesa.

Para ler o artigo na íntegra, consulte a edição de Outubro de 2015 da revista Marketeer.

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