Os vídeos tornaram-se no formato mais popular nas redes sociais, e hoje são uma das principais fontes de recomendação para os consumidores. Mas nem sempre a influência digital joga a favor das marcas.
De acordo com uma análise publicada pelo El Economista, os vídeos continuam a ser o conteúdo mais consumido em plataformas como TikTok e Instagram, superando todas as outras formas de comunicação digital. No entanto, o impacto das recomendações varia consoante a perceção de autenticidade.
Os dados sugerem que o conteúdo gerado por utilizadores (UGC) pode aumentar a conversão de clientes em mais de 30%. O público reage melhor quando o conteúdo parece real, sem uma intenção comercial explícita.
Por isso, as marcas que procuram visibilidade através de influenciadores devem apostar em parcerias estratégicas e autênticas. Não é necessário escolher perfis com milhões de seguidores: os microinfluenciadores têm, muitas vezes, um impacto mais eficaz, precisamente por comunicarem com um público que confia na sua opinião.
Outro fator essencial é a coerência temática. Quando o influenciador comunica sobre temas distantes da sua área habitual, o resultado tende a ser pouco convincente. O consumidor digital é hoje mais informado, mais atento e menos tolerante a colaborações que parecem desajustadas.
Mais do que uma corrida por números, as colaborações bem-sucedidas são aquelas que alinham valores, tom e autenticidade entre a marca e o criador.












