Loco estreia-se na produção de queijos

O chef Alexandre Silva e o sous-chef Ricardo Leite passaram centenas de horas em busca da melhor matéria-prima para um novo produto. A partir de agora, o restaurante Loco passa a contar com queijos de produção própria, resultado de muitos testes e quilómetros percorridos.

Alexandre Silva explica que a ideia teve origem em alguns clientes do Loco, que no final da refeição perguntam se o queijo poderia ser uma opção. «Esta necessidade abriu uma janela de oportunidade. Tentámos perceber o que é que a criação de queijos implicava. É um processo que dura há mais de seis meses», avança o chef, em comunicado.

Para assegurar a melhor qualidade, investiram em máquinas de controlo de ph, prensa, utensílios e facas especiais. Além disso, toda a matéria-prima que não é aproveitada na confecção dos queijos é utilizada para fazer requeijão, também exclusivo do Loco. Desta forma, o restaurante mantém o seu posicionamento de desperdício zero.

«Queremos servir uma variedade considerável e bonita de queijos, e contar a história de cada um», indica Alexandre Silva, avançando que a ideia será criar um momento inteiramente dedicado aos queijos. Entre a pré-sobremesa e a sobremesa, um carrinho circulará pela sala com as opções disponíveis naquele dia, que poderá ir de pecorino e queijo de ovelha a uma variante curada com feno de camomila e aguardente.

«Estamos no início e parece-nos que isto nunca vai ter fim. Vamos querer experimentar fazer queijos novos e cada um tem um processo totalmente diferente do outro. Agora é continuar a ler, a pesquisar e a aprender mais sobre o tema», afirma ainda Alexandre Silva, acrescentando que não existe nenhum restaurante que faça queijos.

Foto de Diogo Caramujo

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