Jogos Olímpicos querem evitar marketing “parasita”

JOLDa proposta da cidade de Londres como palco dos Jogos Olímpicos de 2012 fazia parte a garantia de legislação mais rígida no que toca à protecção dos patrocinadores oficiais face às práticas de “ambush marketing”, ou marketing parasita, habituais neste tipo de eventos.

Sendo estes os primeiros Jogos Olímpicos em que os social media terão um papel de relevo, as práticas deste tipo de marketing ilegal podem chegar também às redes sociais. Para evitar que isso aconteça, a organização do evento chegou a um acordo com o Twitter para que a rede de microblogging impeça as marcas não patrocinadoras de usar hashtags como #London2012, por exemplo. Esta medida encontra-se em linha com a legislação que regula já a publicidade, e que proíbe qualquer marca que não seja patrocinadora oficial de se associar não só aos Jogos, mas também a conceitos como Verão, medalhas e ouro, entre outros.

Como salienta o Marketing News, um estudo recente da agência digital britânica Jam concluiu que a Nike é a marca mais associada aos Jogos Olímpicos de Londres, ultrapassando a Adidas, a marca oficial. O mesmo estudo destacou que a Nike domina as conversas online, com 7,7% de menções que relacionam a marca ao evento desportivo. Recorde-se que, a propósito dos Jogos Olímpicos deste ano, a insígnia lançou no Twitter uma campanha com a hashtag #makeitcount, protagonizada pelos atletas Mo Farah e Paula Radcliffe.

A organização do evento chegou também a um acordo com o Foursquare, para evitar que as marcas promovam o “check in” perto do Estádio Olímpico.

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