Google vai restringir anúncios políticos em todo o mundo

Em breve, os grupos políticos interessados em promover os seus ideais através da Google deixarão de poder escolher o público-alvo com base nas suas inclinações políticas. Ao seu dispor ficam apenas categorias mais gerais, como idade, género ou localização aproximada.

Para já, a União Europeia é a única região onde as restrições já estão em vigor, mas a BBC adianta que este é um plano global da tecnológica. A partir de 6 de Janeiro do próximo ano, a medida será implementada em todos os países.

Até agora, os estrategas de partidos ou candidatos políticos podiam dirigir anúncios especificamente a indivíduos que sabiam que poderiam simpatizar com a mensagem a passar. Isto porque, tendo por base os hábitos online dos internautas, a Google consegue presumir se uma pessoa é mais de esquerda ou direita. Não se trata de uma informação verificada, mas era utilizada para fazer campanha política.

O que também chegará ao fim será a possibilidade de carregar listas de contactos para cruzamento com a base de dados da Google. Os grupos políticos conseguiam, até aqui, alcançar um conjunto pré-definido de pessoas, nas diferentes plataformas da tecnológica.

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