Google prepara-se para as eleições europeias

Como lida a Google com o problema da desinformação em época de eleições? A tecnológica avança que já implementou algumas medidas para garantir que os internautas têm acesso a dados seguros e confiáveis, essenciais para tomar uma decisão consciente.

Entre as medidas já em marcha, destaque para as formações de segurança presenciais e online para aqueles que correm mais riscos nas eleições europeias que se aproximam (jornalistas, técnicos e colaboradores de ONGs) e, ainda, para o Project Shield, através do qual a Google vai proteger sites de notícias independentes contra ataques DDoS. Além disso, a Jigsaw vai, a partir de hoje, disponibilizar protecções semelhantes e gratuitas a organizações europeias consideradas vitais para a realização de eleições livres e justas, nomeadamente ONGs e grupos de monitorização de eleições.

A Google conta também com equipas treinadas para identificar e impedir um vasto leque de possíveis abusos, que podem ir de ataques de phishing patrocinados por governos a ataques que tentam alterar o Google Maps para que as pessoas não encontrem os seus locais de voto.

No que diz respeito à publicidade, a Google revela que está a introduzir uma nova política e novos processos para verificar os anunciantes associados às eleições para o Parlamento Europeu. «Qualquer pessoa que queira publicar anúncios políticos para as Europeias nas plataformas da Google terá de fornecer documentação que ateste que é uma entidade com sede na UE ou um cidadão de um país membro da UE – e iremos divulgar dados em cada anúncio para tornar claro aos eleitores quem está a pagar pela publicidade», avança Lie Junius, director de EU Public Policy & Government Relations.

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