A Cervejaria Gazela vai reforçar a sua presença no Porto com a abertura de um novo espaço na Rua Alexandre Herculano. A nova casa abre portas a 23 de setembro e sucede à Gazela 2, mantendo a marca na zona da Batalha e dando continuidade ao trabalho de branding desenvolvido com a BOOMER.
A mudança de morada surge na sequência da venda do edifício onde funcionava a Gazela 2, na Rua de Entreparedes, espaço que encerra a 19 de setembro. A escolha da nova localização procurou preservar a ligação da marca à Batalha, uma zona que faz parte da sua história e identidade.
Instalada no antigo Restaurante Lobito, a nova casa pretende manter a experiência associada à Cervejaria Gazela, adaptando a identidade da marca ao novo contexto físico. O projeto representa também mais um passo na parceria entre a Cervejaria Gazela e a BOOMER, que acompanha a marca desde 2018. A agência trabalhou a aplicação e adaptação da identidade visual ao novo espaço, em articulação com o gabinete de arquitetura responsável pelo projeto.
A intervenção procurou garantir coerência entre os vários pontos de contacto da marca, da identidade visual à arquitetura, decoração e comunicação. A lógica passa por assegurar que a mudança de espaço não significa uma rutura na experiência que os consumidores reconhecem. “Quando trabalhamos uma marca, não podemos pensar apenas no logótipo ou na comunicação. A marca constrói-se em todos os pontos de contacto e, num negócio de restauração, o espaço é uma parte fundamental dessa experiência”, explica Vera Oliveira, project manager da BOOMER.
Para Américo Pinto, proprietário da Cervejaria Gazela, manter a ligação à Batalha foi uma prioridade na procura da nova localização. “Esta zona faz parte da nossa história e da identidade da marca”, afirma, considerando a Rua Alexandre Herculano o espaço adequado para iniciar “este novo capítulo”. A nova casa abre a 23 de setembro, dando continuidade à presença da Cervejaria Gazela no Porto e a uma estratégia de marca que procura transportar a sua identidade para diferentes espaços sem perder os códigos que a tornaram reconhecível.











