Estes são os 50 alimentos do futuro

Cereais naturalmente resistentes a pestes e flores ricas em vitaminas são alguns dos alimentos do futuro. A Knorr e a WWF-UK juntaram numa lista aqueles que consideram ser os 50 alimentos que os consumidores terão em cima da mesa de jantar dentro dos próximos anos. Em comum têm o facto de serem melhores para a saúde – tanto dos humanos como do planeta.

Segundo dados da Food and Agriculture Organization (FAO) das Nações Unidas, 75% dos alimentos consumidos a nível mundial tem origem em apenas 12 tipos de colheitas (arroz, trigo, milho, entre outros) e cinco espécies animais. No entanto, são conhecidos mais de 20 mil tipos de plantas comestíveis.

Plantar e consumir sempre os mesmos alimentos reduz o número de nutrientes e ameaça a qualidade dos solos, por exemplo. É preciso diversidade, assegura a Knorr e a WWF-UK: «A menos que alteremos os alimentos que comemos e a forma como os produzimos, será desafiante ter comida suficiente para nos alimentar a todos», vaticina April Redmon, global vice president da Knorr.

O objectivo da Knorr é dar a conhecer aqueles que considera serem os 50 alimentos do futuro e torná-los mais acessíveis a consumidores de todo o mundo. «A nossa ambição é fazer com que seja mais fácil para as pessoas comerem uma variedade de alimentos que são bons para nós, bons para o planeta e, claro, deliciosos», acrescenta a responsável.

Lentilhas, feijões de soja e espelta são alguns dos alimentos que fazem parte da lista e que poderão já ser conhecidos de um grupo alargado de pessoas. Mas também há cactos, fonio (um tipo de cereal), flores de abóbora, folhas de beterraba, cogumelos Enoki, raízes de salsa ou rebentos de grão. Consulte a lista completa aqui.

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