Estamos a caminho de chávenas de café… vazias? George Clooney deixa o alerta

Actualmente, 60% das espécies de café selvagem estão ameaçadas e 50% das terras utilizadas para o cultivo de café poderão deixar de ser viáveis até 2050. O Arábica, uma das espécies mais cultivadas, é um dos mais vulneráveis a alterações climáticas, revela a Nespresso, em antecipação do Dia Internacional do Café, assinalado a 1 de Outubro.

Números como estes estão também na base da mais recente campanha da Nespresso, através da qual a marca espera sensibilizar a população para a importância de proteger o café das ameaças climáticas. Sob o mote “The Empty Cup”, conta com George Clooney no papel principal e alerta para a possibilidade de estarmos a caminhar para chávenas de café… vazias.

Esta é já a 16.ª campanha protagonizada pelo embaixador da Nespresso, mas é a primeira em que George Clooney surge a segurar uma chávena vazia. «A ameaça das alterações climáticas é real e os produtores de café estão na linha da frente. É vital que ajudemos estas comunidades a construir resiliência financeira e ambiental, não só para que sobrevivam, mas também para que cresçam e prosperem», comenta o actor.

Em comunicado, George Clooney refere ainda que «este conceito está no centro da abordagem da Nespresso, mas esta questão vai além do café. As alterações climáticas não são algo que uma única empresa ou mesmo uma indústria inteira consigam resolver. Requerem uma acção urgente e ousada à escala global porque os riscos são elevados».

Por seu turno, Guillaume Le Cunff, CEO da Nespresso, sublinha como aquilo de que os consumidores de café mais gostam – como o sabor requintado, a elevada qualidade e os blends de especialidade – está em risco. É preciso agir, investindo, por exemplo, na agricultura regenerativa, que «tem o potencial de tornar a agricultura parte da solução para a crise climática, já que não se limita a tirar da terra, mas cura a natureza e restabelece o equilíbrio».

Guillaume Le Cunff  diz estar «orgulhoso de que a Nespresso seja pioneira nesta transição», mas alerta que preciso fazer mais e, por isso, pede a todas as entidades (privadas e  públicas) para que «tomem medidas que façam uma diferença tangível».

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