easyJet quer mais mulheres piloto

Mais de metade dos pilotos do sexo masculino já sabia que esta profissão seria o seu futuro antes dos 10 anos. No caso das mulheres, a ideia não surgiu antes dos 16 anos. A conclusão é de um estudo realizado pela easyJet, na tentativa de compreender melhor o porquê de existir um tabu de género na comunidade de pilotos.

O objectivo último da easyJet, ao apresentar este estudo, é impactar potenciais pilotos do sexo feminino, uma vez que a companhia aérea espera que 20% dos novos pilotos até 2020 sejam mulheres. Actualmente, a quota feminina é de apenas 13%.

De acordo com o mesmo estudo, mulheres e homens concordam que a divulgação da profissão poderá ser mais eficaz quando envolve professores de escolas e líderes de jovens e comunidades.

«Na easyJet valorizamos a diversidade e temos uma força de trabalho que reflecte a nossa base de clientes. A iniciativa Amy Johnson pretende inspirar uma nova geração de mulheres piloto e os resultados deste estudo irão ajudar-nos a identificar o que podemos fazer mais como parte da nossa iniciativa para mudar a percepção da sociedade e encorajar ainda mais mulheres a prosseguir esta carreira gratificante, disponível para qualquer pessoa com as habilidades e atitude correctas», conta David Morgan, director de Operações de Voo da easyJet.

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