O Lisboa Mágica regressa a 18 de agosto para a 14.ª edição, com 15 artistas de 10 países e 175 espetáculos gratuitos distribuídos por 13 espaços da cidade. Sob direção artística de Luís de Matos, o festival volta a levar a magia para jardins, praças e largos de Lisboa.
Durante alguns dias, Lisboa vai trocar os palcos convencionais pelas ruas. A partir de 18 de agosto, a cidade recebe a 14.ª edição do Lisboa Mágica – Festival Internacional de Magia de Rua de Lisboa.
Criado em 2006, o festival aposta na ideia simples de levar a magia diretamente ao público, sem bilhetes, salas de espetáculo ou uma distância pré-definida entre artista e espectador. Jardins, praças, largos e outros espaços públicos transformam-se, assim, em palcos temporários.
A programação passa pelo Campo das Cebolas, Jardim Campo de Amoreiras, Jardim da Estrela, Jardim Fernando Pessa, Jardim Museu de Lisboa, Jardim Vasco da Gama, Largo do Carmo, Largo do Chiado, Palácio Baldaya, Parque Bensaúde, Praça de Campolide, Praça do Município e Praça Luís de Camões.
Mais do que servir de cenário, a própria cidade assume um papel na experiência, com a proximidade entre artistas e público e a utilização de espaços de circulação quotidiana a fazerem com que os espetáculos possam ser descobertos de forma espontânea, transformando lugares conhecidos em pontos de encontro com o inesperado.
A dimensão internacional é outra das características do Lisboa Mágica, com a edição de 2026 a juntar artistas provenientes da Argentina, Austrália, Chile, Coreia do Sul, Cuba, Espanha, Inglaterra, Itália, Japão e Portugal, apresentando diferentes linguagens e abordagens da magia contemporânea.
Entre os nomes presentes estão Mago Daba, da Argentina; Humphrey Cornthwaite, da Austrália; Gabriel Gascon, do Chile; The Charming Jay, da Coreia do Sul; Raul Camaguey, de Cuba; e os espanhóis David Navares, Kayto e Juan Colas.
A representação inglesa inclui Ben Woodward, Chris Cross, Peter Wardell e Steve Faulkner, enquanto Flip Mattia representa Itália, Amino-San o Japão e José Marques Antunes Portugal.
A diversidade de origens acompanha, assim, a diversidade dos espaços escolhidos para a programação. A proposta passa por apresentar diferentes formas de fazer magia, mas também por colocá-las em contacto com públicos e contextos distintos.












