A Harvard Business Review alerta: na era da inteligência artificial generativa (IA Gen), o sucesso das empresas depende menos da tecnologia e mais da liderança.
Num artigo assinado por Herminia Ibarra e Michael G. Jacobides, a publicação destaca cinco competências essenciais para prosperar neste novo cenário.
1. Expandir fronteiras — Os líderes devem criar redes diversificadas com tecnólogos, startups e reguladores para compreender as oportunidades e riscos da IA.
2. Redesenhar organizações — A IA só gera valor quando há mudanças reais em processos e estruturas. Na SAP, por exemplo, a automação libertou equipas para tarefas de maior impacto.
3. Orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas — A IA deve ser tratada como um “membro da equipa”, capaz de desafiar ideias e apoiar decisões estratégicas.
4. Ser coach, não chefe — A liderança eficaz passa por guiar e capacitar pessoas. A Microsoft substituiu a cultura de controlo por uma de aprendizagem e coaching.
5. Liderar pelo exemplo — Os melhores líderes são os que usam IA todos os dias, como Donna Morris, da Walmart, que recorre à tecnologia em tarefas pessoais e profissionais.
Em suma, a Harvard Business Review resume: os líderes do futuro terão de ser exploradores, arquitetos, orquestradores, coaches e exemplos vivos da mudança que querem inspirar.












