Delta Q Origens estreia-se com Etiópia e Timor

delta-origensAbyssinia (Café da Etiópia) e Malay (Café de Timor-Leste) são as mais recentes propostas da Delta Q que, reforçando a sua aposta em inovação lança, desta forma, a edição limitada “Delta Q Origens”. Segundo explicou, esta manhã na loja Delta Q da Avenida da Liberdade, Rui Miguel Nabeiro, administrador da Delta Q, trata-se de «cafés de origens seleccionadas, com características únicas e que estarão disponíveis ao longo de todo o ano 2012».

O mesmo responsável explicou o porquê da escolha destas origens: Etiópia e Timor-Leste. A primeira está relacionada com a origem do café, ao passo que a segunda tem a ver com a ligação emocional dos portugueses a Timor-Leste, onde é produzido apenas 0,3% do café mundial, salientou Rui Miguel Nabeiro.

Com a nova gama “Delta Q Origens”, a marca portuguesa de café em cápsulas pretende reforçar a ligação com os verdadeiros apreciadores de café, uma vez que, segundo informou Rui Miguel Nabeiro (citando dados TNS), os consumidores Delta Q são heavy consumers, já que consomem mais 15% de café que os das restantes marcas.

Mas a aposta em Delta Q Origens não vai ficar por aqui, já que a marca pretende lançar até ao final deste ano um total de seis variedades. Variedades estas que, em termos de preço, ficam na gama mais alta da Delta Q: 3,70€ (10 cápsulas).

Estas duas variedades agora apresentadas serão comunicadas em imprensa e outdoor e estarão disponíveis a partir de 2 de Maio nas lojas Delta Q e online, sendo progressivamente, ao longo do mês de Maio disponibilizadas na grande distribuição. Escusando-se a revelar o valor canalizado para o desenvolvimento desta inovação, o responsável da Delta Q disse apenas que «o investimento publicitário será o adequado ao projecto», salientando que será muito alavancado no ponto de venda. Ainda assim, a campanha publicitária representará 4 a 5% do investimento publicitário total do ano.

Liderança de mercado

Rui Miguel Nabeiro apresentou ainda os mais recentes números da marca, anunciando a sua liderança no mercado de café em cápsulas, com 33% de vendas no primeiro trimestre de 2012. Segundo dados apresentados na conferência de imprensa, actualmente Delta Q soma 400 mil máquinas e 200 milhões de cápsulas vendidas (102,5 milhões apenas no ano 2011, sendo as restantes 97,5 milhões o acumulado de 2007 a 2010), o que resulta numa quota de mercado anual de 27,7% em máquinas (fonte GfK) e de 44% em cápsulas (fonte Nielsen).

Números que levam o administrador da Delta Q a acreditar que vão conseguir a liderança de mercado ainda este ano. Rui Miguel Nabeiro confessou que a expectativa é que a marca cresça 6,5% face a 2011 (que crescera 6,5% face a 2010). E se em 2011 a vendas para fora de Portugal (Espanha, França, Brasil e Angola) atingiram 20% do bolo total, em 2012 a expectativa é que fique entre os 22 e os 23%. «Já deixámos de olhar para Delta Q como sendo apenas para o mercado nacional”, garante.

Texto de Maria João Lima

 

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