A CUPRA consolida a sua paixão pelo padel, com novos embaixadores, patrocínios globais e um torneio social em Portugal, num impulso arrojado e comunitário.
O padel, com a sua energia e uma comunidade fervorosa, conquistou a CUPRA como palco ideal para expressar inovação e desafio, valores centrais da marca. Cristina Rôla, directora de Marketing da marca, revela como o Open Padel on Tour, que uniu 1200 amadores em nove cidades portuguesas em 2024, e o apoio a circuitos profissionais desde 2019 reflectem uma visão que vai além do desporto, criando laços emocionais e uma presença marcante em Portugal.
Como surgiu a aposta da CUPRA no padel e de que forma eventos como o Open CUPRA Padel on Tour reflectem a identidade da marca em Portugal?
A ligação da CUPRA ao padel nasceu de uma afinidade natural. O padel é uma modalidade jovem, com um crescimento orgânico e apaixonado, que desafia convenções e a CUPRA partilha destes valores.
Tanto o padel, como a CUPRA, são uma interpretação contemporânea do desportivismo, onde a reinvenção da performance e a busca por novos caminhos são constantes. Mais do que o ímpeto pela competição, ambos unem comunidades de pessoas apaixonadas, que buscam constantemente superar-se a cada desafio.
Esta forte afinidade materializou-se logo em 2019 quando, a nível internacional, a CUPRA assumiu o patrocínio do World Padel Tour (WPT) da Federação Internacional de Padel (FIP) e do Premier Padel. Esta visão estendeu-se naturalmente ao mercado português, onde o padel vive um verdadeiro boom.
Além da nossa presença no padel profissional, realizamos o nosso torneio social, o Open CUPRA Padel on Tour, que se assume como uma extensão autêntica do nosso posicionamento: é emocional, é ousado, é para quem quer mais do que o convencional. Este evento representa não só uma aposta no desporto, mas uma imersão num estilo de vida, numa comunidade em crescimento com a qual queremos estar próximos, de forma relevante.
Quais são os principais objectivos do Open CUPRA Padel on Tour, que em 2024 envolveu mais de 1200 atletas amadores em nove cidades?
Com o Open CUPRA Padel on Tour pretendemos, antes de mais, criar valor emocional e cultural em torno da marca. Este torneio visa gerar envolvimento local e nacional, fomentando a prática da modalidade, mas sobretudo criando experiências memoráveis.
Não é apenas uma prova desportiva. É um território de marca onde as pessoas interagem com o universo CUPRA, conhecem os nossos modelos, os nossos valores, e sentem a marca de uma forma próxima e distintiva.
A descentralização é também uma prioridade: queremos estar em várias cidades, em contacto com diferentes públicos, alargando o impacto da acção e reforçando a nossa presença de norte a sul do País.
Como é que activações como o Lounge CUPRA e a Padel VR ajudam a criar uma ligação emocional com a comunidade do padel?
Como já referido, este torneio é mais do que uma prova desportiva e, por isso, além do cuidado e profissionalismo que garantimos dentro do campo, não descuramos tudo o que acontece fora de campo. É esta a fórmula que utilizamos para garantir que transformamos, cada etapa do torneio, num verdadeiro festival de padel.
O Lounge CUPRA é pensado como um espaço de pausa, socialização e experiência. Permite aos participantes e visitantes sentirem o estilo de vida CUPRA: contemporâneo, arrojado, com atenção ao detalhe e ao design. Por sua vez, a experiência de realidade virtual – Padel VR – representa a nossa vertente mais tecnológica e inovadora, permitindo que todos, mesmo os que não estão a competir no campo, tenham a oportunidade de entrar num campo de padel (desta vez virtual) e testem as suas habilidades.
Ambas as activações têm o mesmo propósito: transformar o torneio num ponto de contacto emocional entre a marca e a comunidade. Porque acreditamos que quando criamos momentos que se vivem, e não apenas que se vêem, criamos verdadeiras relações.
Que papel têm os vossos embaixadores, como os irmãos Deus e a Sofia Araújo, na estratégia criada pela CUPRA para esta modalidade?
Os nossos embaixadores são mais do que rostos, eles são verdadeiras extensões dos valores CUPRA. A Sofia Araújo, como referência internacional no padel feminino, e os irmãos Deus, ícones da modalidade em Portugal, espelham o espírito competitivo, disruptivo e apaixonado que defendemos.
Eles ajudam-nos a construir credibilidade dentro da modalidade, mas também nos permitem activar a marca com autenticidade. São agentes de influência positiva, quer no circuito profissional, quer junto da comunidade amadora, e são fundamentais para mantermos a relevância e consistência da nossa presença no padel.
Que impacto espera a marca alcançar com esta presença no padel, em termos de notoriedade e proximidade com os consumidores portugueses?
O impacto é tanto emocional como racional. Queremos aumentar a notoriedade, sim, mas queremos fazê-lo de forma qualitativa, através da afinidade. O padel permite-nos falar com um público exigente, activo, urbano e com uma mentalidade aberta à inovação.
O objectivo é que, ao pensar em padel, este público pense na CUPRA como uma marca que faz parte, que está genuinamente envolvida e que compreende os seus interesses.
A médio prazo, esta ligação contribui para fortalecer o nosso posicionamento como marca de vanguarda, não apenas no sector automóvel.
Como vê a CUPRA o futuro do padel em Portugal e quais são os planos para 2025, incluindo novas edições do Open CUPRA Padel on Tour?
Acreditamos que o futuro do padel, em Portugal, é promissor e sustentado. Temos assistido a uma evolução incrível e não duvidamos que continuará a crescer, não só em praticantes, mas também em estrutura, profissionalização e investimento.
A CUPRA quer continuar a liderar este caminho de crescimento e, para 2025, os planos incluem novidades. No início do ano firmámos contrato com os irmãos Deus, agora nossos embaixadores. Passámos a apoiar as Selecções Nacionais Juniores, além do apoio já efectivado às Selecções Nacionais de Absolutos; e garantimos uma nova edição do Open CUPRA Padel on Tour no mesmo número de cidades e reforçando a experiência multissensorial que envolve cada etapa.
A ambição é clara: não apenas acompanhar a evolução do padel, mas contribuir activamente para o seu crescimento e valorização no contexto nacional.
Este artigo faz parte do Caderno Especial “Desporto Raquetes”, publicado na edição de Maio (n.º 346) da Marketeer.












